Clubber

é um estilo derivado dos Punk’s e dos internautas. Dos Punk’s por serem radicais e dos internautas por serem futuristas.

Os clubbers se vestem de uma maneira extravagante, em geral dá pra reconhecer um pelas blusas coloridas, com personagens de desenhos japoneses, saias e calças coloridas, leggins, tênis coloridos, o armário é geralmente 50% verniz, maquiagens que brilham no escuro, estrelinhas, glitter, glimmer, sombras coloridas (de rosa-choque a azul-piscina), piercings, tatuagens tribais, cabelos estranhos que variam de verde-limão a rosa-choque. As meninas abusam de pulseiras e colares coloridos, tic-tacs para cabelo de todas as cores e imagináveis, piranhas, anéis supercoloridos e grandes.

Em geral, clubbers tem como referência de encontro em Raves. Nesta, os sub-gêneros de e-music são tocados como: Techno, Trip-Hop, Jungle, Underground, Drum´n´Bass e Trance.

Rave é um tipo de festa que acontece em sítios (longe dos centros urbanos) ou galpões, com música eletrônica. É um evento de longa duração, normalmente acima de 12 horas, onde DJs e artistas plásticos, visuais e performáticos apresentam seus trabalhos, interagindo dessa forma com o público. O termo “rave” foi originalmente usado por caribenhos de Londres em 1960 para denominar sua festa local. Em meados da década de 80, o termo começou a ser usado para descrever uma cultura que cresceu do movimento “acid house” de Chicago e evoluiu no Reino Unido.

Hoje em dia existe outra denominação que caracteriza Rave de pequeno porte, conhecida como PVT ou seja, algo como “private”, ou festa privada , onde a maioria das pessoas que comparecem são convidados e convidados dos convidados, sendo realizados também em sítios, chácaras ou outros lugares ao ar livre. ^^

Sub-Estilos da música eletrônica comumente tocados em Raves: Psy Trance,prog,full-on,dark, Techno, House, Electro, Chill out entre outros

Publicado em alternativo, Blog, Blogalização, Cultura, Estilo de vida, História cultural, juventude, Música, movimentos, Movimentos de juventude, Psicicodelia, Visual | Deixe um comentário

Mais Pesado Que O Céu, o começo da Biografia de Kurt Cobain. Quem quiser todo o livro de graça, visite minha comunidade no orkut, o link está ao final deste post

Mais Pesado Que O Céu
Nova York – Estado De Nova York
12 De Janeiro de 1992
“Mais Pesado Que o Céu”
Um Slogan Utilizado pelos Promotores Do Concerto Na Inglaterra para
Descrever a turnê Do Nirvana em 1989 Com A Banda Tad.
O Slogan Sintetizava tanto o Som “pesado” Do Nirvana como o peso de 140
Quilos de Tad Doyle.

 

A PRIMEIRA VEZ QUE ELE VIU O CÉU foi exatamente às seis
horas e cinqüenta e sete minutos depois do momento mesmo em que uma
geração inteira se apaixonou por ele.
Foi, sem dúvida alguma, sua primeira morte, e apenas a primeira
de muitas pequenas mortes que se seguiriam.Para a geração enamorada por
ele, era uma devoção apaixonada, poderosa e obrigatória — o tipo de amor
que logo de inicio você sabe que está predestinado a partir seu coração e
terminar como uma tragédia grega.
Era 12 de janeiro de 1992, uma manhã de domingo clara, mas fria.
A temperatura na cidade de nova York acabaria se elevando aos 44 graus,
mas ás sete da manhã, em uma pequena suíte do hotel Omni, era quase
congelante.
Uma janela havia sido deixada aberta por causa do mau cheiro dos
cigarros e a manhã de Manhattan havia roubado todo o calor do ambiente. O
quarto em si parecia ter sido engolfado por uma tempestade: esparramados
pelo chão, com a desordem de um bazar de caridade de um cego, montes de
roupas, camisas e sapatos. Próximo ás portas duplas da suíte, uma meia
dúzia de bandejas cobertas com os restos de vários dias de refeição do
serviço de quarto.
Rolinhos semicomidos e fatias rançosas de queijo cobriam o tampo
das bandejas e um punhado de moscas-das-frutas pairava sobre a alface
murcha.Não era a situação típica de um quarto de hotel quatro estrelas —
era conseqüência do aviso que alguém dera as arrumadeiras para ficarem
longe do quarto. Eles Haviam alterado a placa “não perturbe” para “Nem
Pense Em perturbar! Estamos Transando!”.
Não houve nenhuma transa naquela manhã.Adormecida na cama
gigante de casal estava Courtney Love, 26 Anos de idade. Ela estava vestindo
uma combinação vitoriana e seus longos cabelos louros se esparramavam
sobre o lençol como as tranças de uma personagem de conto de fadas. Ao
seu lado havia a marca funda na roupa de cama de uma pessoa que havia
recentemente se deitado. Como a cena de abertura de um filme noir, havia
um corpo morto no quarto.
“Eu acordei ás sete horas da manhã e ele não estava na cama”,
lembrava-se Love.
“Nunca fiquei tão assustada”.
Quem havia desaparecido da cama era Kurt Cobain, 24 anos de
idade.
Menos de sete horas antes, kurt e sua banda, o Nirvana, haviam
sido o número musical do SATURDAY NIGHT LIVE. Sua apresentação no
programa se mostraria um divisor de águas na historia do rock-and-roll: a
primeira vez que uma banda grunge havia recebido exposição nacional ao
vivo na televisão. Foi no mesmo fim de semana em que o maior lançamento
do Nirvana, Nevermind, batia Michael Jackson no primeiro lugar das
paradas da Billboard, tornando-se o álbum mais vendido no país. Embora
não fosse um sucesso da noite para o dia-a banda estava montada havia
quatro anos —, a maneira pela qual o Nirvana Havia Tomado de surpresa a
indústria musical não tinha precedentes.

 

 

Charles R. Cross
Heavier Than heaven
(Mais Pesado Que o Céu)
Uma Biografia de Kurt Cobain

 

Comunidade no Orkut para pegar o meu email:

 

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=38387917

Publicado em alternativo, Biografia, Blog, Blogalização, Cantores, Drogas e rock´n´roll, entrevista, Estilo de vida, Frases, grunge, Guitarrista, História cultural, história do rock, História Musical, Livros, Música, Música e suicídio, music, Nirvana, Pop, Rock, Rock´n´roll, rockstars, Roqueiros, Sexo, Drogas e Rock´n´roll, vocalistas | Marcado com , , , , , , | 2 Comentários

Dave Grohl

David Eric Grohl (Warrien, 14 de Janeiro de 1969) é ex-baterista da banda Nirvana e atual vocalista dos Foo Fighters dos Estados Unidos da América.

 dave grohl

Desde cedo tocava bateria em muitas bandas punk, e aos dezesseis anos, no começo da década de 1980, entrou para a banda Scream. A primeira vez que Dave viu o Nirvana tocando foi durante uma turnê européia do Scream. Depois, com a turnê cancelada e alguns problemas financeiros ele ligou pra um amigo que conhecia Kurt e Krist, pegou o telefone de Krist, ligou para ele e foi para Seattle. Chegando, tocou com os dois, que na época tocavam, provisoriamente, com Dan Peters, baterista do Mudhoney. Kurt e Krist perceberam que ele era o baterista que eles estavam procurando e Dave entrou para a banda.

Em 1994, com a morte de Kurt Cobain, a banda acabou. Dave, junto com seu amigo Barret Jones entrou num estúdio profissional e gravou algumas coisas que, mais tarde, dariam origem ao primeiro CD do Foo Fighters. Ele gravou todos os instrumentos, fez cem cópias da fita e mandou para amigos. Logo, várias gravadoras se interessaram e, junto com Nate Mendel (baixo), William Smith (bateria), Pat Smear (guitarra), Dave assumiu os microfones e formou o Foo Fighters. Hoje a formação não é mais a original, juntaram-se a Dave e Mendel, no lugar de William e Pat, Taylor Hawkins, ex-baterista da Alanis Morissette e Chris Shifflett na guitarra.

Não é apenas com o Foo Fighters que Dave Grohl se ocupa. Em 2004 ele lançou o Probot, projeto que reuniu grandes nomes do metal, e ídolos de Dave Grohl,como Lemmy (Motörhead), Max Cavalera (Sepultura, Soulfly), Cronos (Venom) entre outros para gravar um álbum de nome Probot, com onze faixas, lançado pela Southern Lord Records.

  • Faixas:
    1. Centuries Of Sin com Cronos (Venon)
    2. Red War com Max Cavalera (Sepultura, Soulfly)
    3. Shake Your Blood com Lemmy (Motörhead)
    4. Access Babylon com Mike Dean (Corrosion of Conformity)
    5. Silent Spring com Kurt Brecht (DRI)
    6. Ice Cold Man com Lee Dorian (Cathedral, Napalm Death)
    7. The Emerald Law com Wino (St.Vitus, Obsessed, Spirit Caravan, Place Of Skulls)
    8. Big Sky com Tom G. Warrior (Celtic Frost/Apollyon Sun)
    9. Dictatorsaurus com Snake (Voivod)
    10. My Tortured Soul com Eric Wagner(Trouble)
    11. Sweet Dreams com King Diamond (Mercyful Fate)
    12. Nine Inch Nails (algumas faixas de With Teeth)

Em 2002 ele participou do CD “Songs For The Deaf” da banda Queens of the Stone Age tocando bateria e fazendo alguns shows.

Dave também participou do filme “Tenacious D, a palheta do Destino” e no clipe “Tribute” da banda “Tenacious D” formada por Jack Black e Kyle Glass, fazendo o papel do demônio.

Publicado em alternativo, bandas de rock, Biografia, Blog, Blogalização, Cantores, grunge, Guitarrista, história do rock, História Musical, Música, Rock, Rock Alternativo, Rock internacional, rockstars, Roqueiros, vocalistas | Marcado com , , , | 4 Comentários

Trent Reznor

Michael Trent Reznor (Mercer, 17 de maio de 1965) é um músico estadunidense, cantor, produtor musical, e multi-instrumentalista. Reznor é o fundador e principal força criativa por trás da banda de rock industrial, Nine Inch Nails.

Reznor também foi o responsável pela produção e lançamento do primeiro álbum de Marilyn Manson.

 trent reznor and marilyn manson

Michael Trent Reznor Jr. nasceu em Mercer, Pennsylvania, a meio caminho de Pittsburgh e Cleveland, filho de Michael J. Reznor and Nancy Clark. Reznor era chamado pelo seu nome do meio, Trent, para evitar confusões entre ele e o seu pai. Depois do divórcio dos seus pais, Trent foi viver com a sua avó Sable, enquanto que a sua irmã, Tera, vivia com a sua mãe.

Reznor começou a tocar piano aos cinco anos de idade e mostrou desde novo uma grande aptidão para a música. Numa entrevista em 1995 a sua avó , Bill Clark, disse, “A música era a sua vida, desde que era muito pequeno. Ele tinha tanto talento!”. A sua professoa de piano, Rita Beglin, disse que Reznor “Sempre me lembrou Harry Connick, Jr.” quando tocava.

Em 1994, numa intrevista com os Rolling Stone, ele referenciou a sua escolha na indústria da música “Não sei porque quero fazer estas coisas” Reznor diz, “para além do meu desejo de sair de Small Town, para não ter limites, para explorar. Não é um mau sitio para crescer, mas não havia nada para além de campos de milho. A minha experiência de vida vem de ver filmes, televisão e ler livros e olhar para revistas. E quando a nossa merda de cultura vem de ver TV todos os dias, é-se bombardeado com imagens de coisas que parecem boas, sítios que parecem interessantes, pessoas com empregos e carreiras e opotunidades. Nada disso acontecia onde estava. És quase obrigado a perceber que essa vida não é para ti” No entanto, Reznor confessa, “Não quero dar a impressão de que tive uma infância miserável.”

Na Mercer Area Junior e Senior High Schools, Reznor aprendeu a tocar saxofone e a tuba. Trent era membro do club de Jazz e bandas em marcha. O antigo director de bandas de Mercer High School, Dr. Ambooleg, recorda Reznor “Com muito ritmo e simpático.”. Reznor também estava inscrito em teatro no secundário. Ele foi votado ‘Melhor em Drama’ por colegas da turma, pelos seus papeis de Judas em Jesus Christ Superstar e Professor Harold Hill em The Music Man.

 trent_reznor

Reznor acabou o secundário em 1983 e entrou no Allegheny College onde estudou engenharia de computadores e música, e juntou-se a uma banda local chamada Option 30, que tocava três vezes por semana. Depois de um ano na universidade, Reznor decidiu sair, para seguir uma carreira a tempo inteiro na música.

Reznor modou-se então para Cleveland. Em 1985, juntou-se á banda chamada The Innocent na qual tocava piano. Lançaram um álbum, Livin’ in the Street, mas Reznor desistiu depois de apenas três meses. Em 1986, Reznor apareceu como membro da banda fictícia, The Problems, no filme Light of the day. Também se juntou a uma banda local de Cleveland Exotic Birds.

Arranjou trabalho na Right Track Studio (conhecida agora como Midtown Recording) como continuo. O dono do estúdio, Bart Koster, comentou como Reznor “É tão concentrado em tudo o que faz. Quando aquele rapaz encerava chão, ficava ótimo.”. Koster permitia Reznor usar o estúdio durante as horas de intrevalo, que ele usava para gravar demos de músicas, que acabariam no primeiro album de Nine Inch Nails, Pretty Hate Machine. Estas demos foram, mais tarde, lançadas como bootleg, com o nome de Purest Feeling.

Depois de passar uns anos em estado underground, Nine Inch Nails alcançou fama internacional, tendo Reznor sido considerado uma das pessoas de 25 anos mais influentes do ano, por Time Magazine, no volume de 1997. NIN foi também conciderado um dos imortais, por David Bowie na revista de Rolling Stone, na lista dos 100 melhores artistas de sempre, e recebeu 9 nomeações de Grammy até á data, ganhando a categoria de ‘Best Metal Performance’ em 1992 e 1995.

 Nine Inch Nails (abreviado para NIN ou NIИ) é um grupo americano de música industrial bem sucedido, sendo sucesso de critica, público e de vendas. Embora sendo apresentado como sendo um “grupo”, o Nine Inch Nails é uma criação individual de Trent Reznor. O nome foi adotado em 1988, por Trent Reznor, mas a formação do grupo tem sido variada ao longo dos anos, lançando músicos que depois se tornaram muito famosos como Jeordie White e Robin Finck. Reznor sempre foi o maior responsável pela direcção músical da banda, fazendo o trabalho de produtor, cantor, escritor e instrumentalista, e descreveu NIN como “Duas entidades separadas:” a do estúdio de gravações, realizada quase que totalmente por ele mesmo, e a banda ao vivo, que já teve diversas formações.

Nine Inch Nails existe há mais de 18 anos, mas até agora teve cinco grandes hits de maior importância, que consistiam em material único e novo, sendo os demais albuns (ou Halos, como são nomeados) remixes de músicas dos albuns anteriores. O fato de ter lançado álbuns completos com tantos anos entre um e outro, dilui a real extensão e importância de seu trabalho. Cada um dos cinco álbuns foi acompanhado por lançamentos de CD’s, incluindo álbuns de remix’s, singles com músicas estendidas, e documentários de tours, inicialmente em VHS e mais recentemente, em DVD.

Cada lançamento primário é visto como o centro de uma era a que se associa, na qual os próximos lançamentos são essenciais para perceber o artista no seu total. Estes são ‘contados’ pelo uso de halos, um sistema sequencial de numeração aplicada a todos os albums de NIN, que carrega a implicita mensagem de que cada um é único, independente do formato.

O álbum de NIN, Pretty Hate Machine (1989), consiste em versões de estúdio de músicas-demo de Reznor, que foram mais tarde receberam um lançamento não-oficial com o titulo ‘Purest Feeling’. Esta foi também a primeira colaboração de NIN com o produtor Mark Ellis. Lançado em TVT Records, e suportado por uma série de concertos ao vivo pelo Norte de America e Europa; acabou por vender três milhões de copias nos Estados Unidos. Produziu singles com as canções ‘Head like a hole’, ‘Down in it’ e ‘Sin’. Foram feitos vídeos de música para as três músicas, mas o vídeo para ‘Sin’ só foi lançado em 1997 no VHS ‘Closure’. Nas notas do album, o artista agradece ao escritor de ficção de horror Clive Barker por dar-lhe inspiração.

O segundo maior hit de NIN foi Broken lançado em 1992, um EP de 6 músicas mais duas bonus tracks, que foi disco de platina. Vinha originalmente num pack desdobrável, que continha as 6 músicas num CD regular, e tinha um mini CD adicional com as outras duas bonus tracks. Depois de Reznor ter descoberto que alguns donos de lojas de CD os estavam a vender em separado, Broken foi relançado como um só CD, com as músicas “escondidas” nas tracks 98 e 99 respectivamente. A música “Wish”, que tinha um vídeo dirigido por Peter Christopherson da banda Coil, e ganhou um Grammy de “Best Metal Performance”. Um outro vídeo de NIN, para “Happiness in Slavery” foi quase universalmente banido, devido aos seus conteúdos gráficos. Uma excelente performance de NIN da mesma música em Woodstock ’94 ganhou outro Grammy de “Best Metal Performance” em 1995. Um vídeo de “Pinion” foi ao ar duas vezes na MTV antes de ser banido pelo seu conteúdo pouco próprio, apesar de imagens do mesmo terem aparecido na apresentação do show de MTV “Alternative Nation”. Christopherson e Reznor também colaboraram num vídeo de música extensivo, incorporando imagens ligando estes três clips, informalmente chamados de “Broken Movie”, mas nunca foi oficialmente lançado. Videos para “Help me I’m in hell”, “Gave up” (filmado em Lepig Studio, que foi utilizado para gravar o “Downward Spiral”) e em 1995 um show ao vivo de “Wish” foram feitos separadamente. “Broken” foi seguido pelo EP de remix’s “Fixed”.

O segundo CD completo de NIN , e terceiro grande sucesso é “The Downward Spiral” de (1994), novamente produzido com colaboração com Foodo. Dois singles, “March of the pigs” e “Closer”, foram lançados em CD com versões remixadas, com duas faixas adicionais, “Hurt” e “Piggy”, que foram executadas em rádio sem lançamento de single oficial. O vídeoclipe promo de “Closer” dirigido por Mark Romanek, mostrava imagens de cabeças de porco, e BDSM. A MTV proibiu o vídeo, que foi reeditado e teve todas as cenas censuradas substituídas por uma tela negra escrita com o texto ‘scene missing ‘. Apesar dessa censura nos meios de comunicação o vídeo de “Closer” é considerado uma obra de arte e consta do acervo permanente do MOMA. “Hurt” a última música do CD, reencontrou sucesso quando Jonhy Cash fez uma cover da mesma, embora mudificando ligeiramente a letra da música, em 2003. Esta apareceu num outro vídeo de Mark Romanek. David Bowie cantou-a num dueto com Reznor no Outside concert tour em 1995. Esta e outras performances da Marathon Self Destruct foram documentadas no VHS duplo, Closure.

Depois do “The Downward Spiral”, Reznor produziu um álbum de remix chamado “Further Down the Spiral”, o único lançamento de menor imporância a ser certeficado de Ouro nos Estados Únidos. Tinha contribuições de Aphex Twin, um pioneiro de música eletrônica, e o guitarrista do Jane’s Addiction, Dave Navarro. Há duas versões de “Further Down the Spiral”, tendo as duas conteúdo exclusivo. Um lançamento de 10 anos do “Downward Spiral” saiu para as lojas em 23 de Novembro de 2004, numa Deluxe Edition package , incluindo um segundo CD de bonus, com b-sides, demos e outras tracks. Esta edição tem multichannel e stereo SACD mixes do CD.

Em 2007, foi anunciado o lançamento de um novo álbum do Nine Inch Nails sobre o fim do mundo, intitulado Year Zero. Fãs foram tomados de surpresa, pelo já constumeiro hiato de cinco a seis anos entre lançamentos da banda, ao qual Reznor afirmou serem devido ao consumo de drogas:

Escrever para mim tinha se tornado uma perspectiva terrível, cheia de dor e falhas… No final da minha onda com as drogas eu também me dei conta que meu cérebro não estava funcionando corretamente e eu tinha perdido a capacidade de me concentrar – isso realmente fez a minha arte sofrer, que me fez sentir pior, o que me fez querer ficar chapado e, você sabe, o círculo começa

Mesmo reabilitado em 2003, ainda necessitou de tempo para se ajustar consigo mesmo antes de se aventurar a compôr, por não saber se havia destruído seu cérebro, ou se ele poderia escrever sóbrio, de acordo com Reznor. Ele também afirmou que estar sóbrio o fez mais produtivo que nunca, por isso o espaço de apenas dois anos “With Teeth” e o novo álbum “Year Zero”.

trent reznor

Publicado em Albuns, alternativo, bandas, Bandas dos Estados Unidos da América, Biografia, Blog, Blogalização, Cantores, Drogas e rock´n´roll, Fotos, História Musical, Música, Rock, rockstars, Roqueiros, Sexo, Drogas e Rock´n´roll, vocalistas | Marcado com , , , , | Deixe um comentário

Queens of the Stone Age

Queens of the Stone Age (também conhecidos pelo acrônimo QOTSA) é uma banda estadounidense de stoner rock formada em Palm Desert, Califórnia em 1997.

Antes do surgimento do Queens of the Stone Age, existia uma banda californiana chamada Kyuss que, após ser apadrinhada pelo produtor Chris Goss, partiu do completo anonimato para tornar-se ícone cult da cena heavy metal americana, chegando inclusive a figurar como o principal expoente do sub-gênero stoner rock.

Muitos talentos fizeram parte da formação do Kyuss durante sua existência. Entre eles estavam: Josh Homme, Nick Oliveri, John Garcia e Alfredo Hernandez.

No entanto, apesar da popularidade o Kyuss se dissolveu em 1995 e o líder e guitarrista Josh Homme mudou-se para Seattle.

Em Seattle, Josh ingressou no Screaming Trees como segundo guitarrista durante a turnê do álbum Dust de 1996, tendo inclusive participado do festival Lollapalooza em sua última edição com o Trees, tocando ao lado de bandas como Soundgarden e Metallica.

A partir de 1997, com as atividades do Screaming Trees se tornando cada vez mais esparsas, Josh encontra tempo suficiente para trabalhar em um projeto próprio. Foi o início da série Desert Sessions, projeto que permitiu a ele se expressar com maior liberdade e experimentalismo. Logo em seguida, Josh resolve montar outra banda, o Queens of the Stone Age.

Com a ajuda do baterista Alfredo Hernandez, eles retornam à região do deserto californiano para trabalhar o som da nova banda. Embora o som do Queens of the Stone Age, à primeira impressão, relembre o Kyuss, fica bem claro que o QOTSA traz uma proposta diferente, com uma sonoridade mais variada.

O primeiro disco foi financiado pela própria banda e acabou lançado em Setembro de 1998 pela gravadora Loosegroove, de propriedade de Stone Gossard, guitarrista do Pearl Jam. Um acordo entre a Loosegroove e a Roadrunner, permitiu que o disco fosse lançado inclusive no Brasil. O álbum teve uma repercussão impressionante e ajudou a fixar o nome do Queens of the Stone Age como uma das grandes promessas do rock atual. A banda esteve em turnê por quase dois anos, tocando junto com grandes nomes como Bad Religion, Rage Against the Machine, Smashing Pumpkins, Hole e Ween.

Em Junho de 2000, o Screaming Trees anuncia o seu fim, deixando Josh exclusivamente dedicado ao QOTSA, que, de volta a Palm Desert, trabalhava no seu segundo álbum que contaria com várias participações especiais. No mesmo mês é lançado R, desta vez pela Interscope, uma gravadora de grande porte. O disco, que possui participações de Mark Lanegan e Barrett Martin do Screaming Trees, Rob Halford do Judas Priest e Pete Stahl do Scream e Goatsnake, dentre outros, é recebido com entusiasmo pela crítica, mas não atinge grandes cifras em vendagem, apesar de singles candidatos a hit como “Feel Good Hit of the Summer” e “The Lost Art of Keeping a Secret”. Para o segundo disco, o QOTSA contou com dois bateristas: Gene Troutman e Nicky Lucero.

O Queens of the Stone Age embarcou em mais uma exaustiva turnê de dois anos pelo mundo todo, incluindo uma memorável apresentação no Rock in Rio em janeiro de 2001, onde Oliveri se apresentaria ao palco do evento completamente nu.

No ano seguinte a banda já estava em estúdio preparando seu terceiro disco. Mark Lanegan se torna um integrante definitivo do grupo, atuando como segundo vocalista, enquanto que na bateria a banda contaria com a participação do ilustre Dave Grohl, ex-Nirvana e líder do Foo Fighters. Com o disco pronto, o Queens embarca em mais uma turnê, com Lanegan e Grohl. Songs for the Deaf é lançado em Agosto e o sucesso entre público e crítica é quase unânime.

Em 2004, a banda passa por complicações. Depois de Dave Grohl retornar ao Foo Fighters (lançando logo após um disco que possui latentes influências de seu período no Queens), Joey Castillo assume as baquetas do grupo. Mas o tempo fechou quando Josh resolveu demitir Nick Oliveri, alegando estar cansado do comportamento completamente irresponsável de seu companheiro. Mark Lanegan resolve aproveitar e deixar o barco também. É lançado o EP Stone Age Complications numa tentativa de abafar a turbulência, enquanto Josh Homme tenta reorganizar a banda para gravar o 4º disco.

Eis que Lullabies to Paralyze, quarto álbum da banda é lançado e com ele uma proposta diferenciada para o QOTSA surge. Embora muito da ferocidade da banda tenha sido suprimida nessa obra, é trazida à tona toda a capacidade dos integrantes comporem melodias mais densas, sombrias e perturbadoramente pesadas. O line-up da banda Josh Homme, Alain Johannes (multi-instrumentista que já colaborou no Desert Sessions e com Chris Cornell), Troy Van Leeuwen (guitarrista, ex-A Perfect Circle), Natasha Shneider e Joey Castillo saem em turnê pelo mundo.

Momentos marcantes dessa era são: a gravação do MTV Akustik Session em Berlim, a reunião com John Garcia (ex-vocalista do Kyuss) em um dos shows da banda cantando canções do antigo grupo e a gravação do primeiro CD/DVD ao vivo Over The Years And Through The Woods nas casas de espetáculos Brixton Academy e KOKO, em Londres. Tais shows haviam sido adiados por duas vezes e os músicos decidiram presentear o público presente com um EP contendo a faixa inédita “The Fun Machine Took A Shit & Died”, supostamente “perdida ou roubada” durante as gravações de Lullabies to Paralyze (a banda admitiu mais tarde que a música havia sido trabalhada em outro estúdio).

Após o fim das turnês de divulgação de Lullabies, Josh Homme e Brody Dalle tiveram uma filha e pouco se soube sobre o que a banda faria a seguir. Eis que no segundo semestre de 2006, o QOTSA entra em estúdio para gravar seu 5º álbum, novamente com a produção de Chris Goss. O álbum, intitulado Era Vulgaris, é finalizado em Março de 2007 e seu lançamento é esperado para Junho do mesmo ano. O line-up atual da banda não é sabido, mas rumores indicam que Alain e Natasha decidiram voltar suas atenções à sua banda original, Eleven. Mais uma vez ocorreram rumores de que Oliveri voltaria ao grupo, muito em função da interrupção abrupta dos shows de divulgação de sua atual banda, Mondo Generator. Entretanto, os boatos foram desmentidos após a contratação de Michael Shuman, do Wires On Fire. O novo álbum terá colaborações de Jesse Hughes do Eagles Of Death Metal, Trent Reznor do Nine Inch Nails e Julian Casablancas dos Strokes. Billy Gibbons do ZZ Top e Mark Lanegan retornam mais uma vez ao cast do Queens of the Stone Age.

Publicado em alternativo, bandas, bandas de rock, Bandas dos Estados Unidos da América | Marcado com , | Deixe um comentário

Foo Fighters

Foo Fighters é uma banda de rock alternativo dos Estados Unidos formada por Dave Grohl em 1995. Seu nome é uma referência ao termo “foo fighter”, usado por aviadores na segunda guerra mundial para descrever fenômenos aéreos misteriosos, considerados OVNIs.

foo fighters

A banda atingiu sucesso internacional, lançando vários hits incluindo “This is a Call”, “Everlong”, “Learn to Fly”, “All my Life”, “Times Like These”, “Best of You” e “DOA”. Dois de seus álbuns, There Is Nothing Left to Lose e One by One, ganharam o Grammy por “Melhor Álbum de Rock”.

Dave Grohl passou quatro anos como baterista da banda grunge Nirvana. Nesse período desenvolveu uma série de composições não divulgadas, uma forma de preservar a interação do grupo. Em contrapartida Dave gravou algumas demos em estúdio, sendo que algumas canções foram compiladas no álbum Pocketwatch, lançado com pseudônimo Late! em 1992.

Após a morte de Kurt Cobain em 1994, Grohl entrou no Robert Lang’s Studio em Seattle com o amigo e produtor musical Barrett Jones. Com exceção da parte de guitarra de “X-Static” por Greg Dulli do Afghan Whigs, Grohl tocou todos os instrumentos das faixas. Atrelado à gravadora Capitol Records pelo descobridor de talentos Gary Gersh (que havia trabalhado com o Nirvana), Grohl teve suas faixas mixadas, sendo que o resultado tornou-se posteriormente o primeiro álbum do Foo Fighters, Foo Fighters.

Grohl não queria que a banda fosse um projeto de estúdio de somente um integrante, então trabalhou para formar uma banda de suporte ao álbum. Inicialmente o antigo colega Krist Novoselic era o principal candidato, mas ambos preocuparam-se que poderia-se estar formando somente uma reencarnação no Nirvana. Após tomar conhecimento sobre o fim da banda conterrânea de emocore Sunny Day Real Estate, Grohl convidou o baixista Nate Mendel e o baterista William Goldsmith. Pat Smear, que era um membro não oficial do Nirvana após o lançamento de In Utero, foi adicionado como segundo guitarrista, completando assim a banda. A banda realizou sua primeira turnê ainda em 1995 abrindo concertos para Mike Watt.

Seu primeiro single “This Is a Call” foi lançado em junho de 1995, e o álbum de estréia no mês seguinte. “I’ll Stick Around” e “Big Me” foram os próximos singles lançados nos meses seguintes.

Nesse álbum, Dave Grohl com sua cara e coragem fez todas as músicas do CD tocando a guitarra, o baixo, a bateria, o vocal e o compôs em uma semana. Considerado por muitos músicos e de todos os estilos de música desde o Clássico até o Hard Rock um dos melhores músicos do mundo, uma coisa quase impossível. Mas o CD esta ai para provar. Após turnês em 1996, a banda agora completa entrou em estúdio em Seattle com o produtor Gil Norton para gravar o segundo álbum. Após conflitos entre Grohl e Goldsmith o segundo deixou a banda, sendo que a banda foi re-agrupada em Los Angeles para que Grohl regravasse quase que completamente a parte de bateria do álbum. The Colour and the Shape foi lançado em 20 de maio de 1997.

Precisando de um baterista, Grohl contatou o baterista de turnê de Alanis Morissette, Taylor Hawkins, sobre a possibilidade de indicação de algum músico; para sua surpresa Hawkins voluntariou-se para a banda. Em setembro de 1997, em frente a uma multidão de pessoas no MTV Video Music Awards, Pat Smear anunciou sua saída da banda e introduziu seu substituto, o ex-companheiro de banda de Grohl no Scream Franz Stahl. Ainda antes da gravação do terceiro álbum There Is Nothing Left to Lose, Stahl saiu da banda alegando divergências musicais. Após audição foi escolhido como substituto Chris Shiflett, ex-integrante do No Use for a Name. Primeiramente como músico de turnê, Shiflett tornou-se membro integral antes da gravação do álbum.

Antes do lançamento de There Is Nothing Left to Lose o então presidente da Capitol Gary Gersh foi forçado a sair da gravadora. Dada a longa história de Given Grohl com Gersh, a banda também saiu da gravadora para entrar na RCA. Posteriormente Gersh uniu-se ao ex-empresário do Nirvana John Silva para formar o GAS Entertainment, uma empresa que gerencia o Foo Fighters e outros artistas como Jimmy Eat World, Beck e Beastie Boys.

 ffo - fighters

Em 2000 a banda gerou controvérsia na mídia por seu apoio ao Alive and Well, uma organização que combate a crença médida da relação entre a SIDA e o VIH; a organização também questiona a validade de testes de HIV e a segurança das medicações usadas no tratamento da SIDA. Em janeiro a banda tocou em um concerto beneficente para a organização. A comunidade médica tomou partido oposto, questionando os argumentos da Alive and Well e a responsabilidade da banda ao levar assuntos não provados para seu público. [1]. Com o tempo a banda diminiu significativamente seu apoio a organização.

Em fevereiro do mesmo ano o apresentador David Letterman convidou a banda para seu programa para se apresentar. David havia recém voltado a condução do programa após uma cirurgia cardiovascular. Ao apresentar o Foo Fighters, David proclamou: “Minha banda favorita, tocando minha canção favorita”, e seguiu-se a apresentação de “Everlong”.

O grupo estabeleceu contato com a banda de rock Queen. No começo do ano o guitarrista Brian May participou da guitarra de “Have a Cigar”, segundo cover do Pink Floyd gravado pela banda, que apareceu na trilha sonora do filme Mission Impossible 2. Quando o Queen foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll em março de 2001 Grohl e Hawkins foram convidados para reunir-se à banda em “Tie Your Mother Down”, com Grohl preenchendo o papel de Freddie Mercury. Em 2002 May contribuiu com “Tired of You” e “Knucklehead”.

No final de 2001 a banda gravou o quarto álbum. Após quatro meses em Los Angeles para completar as gravações Grohl passou um tempo no Queens of the Stone Age para completar o álbum Songs for the Deaf (2002). Assim que seu trabalho estava terminado, Dave, inspirado com as sessões de estúdio, decidiu adicionar novas faixas ao então terminado álbum do Foo Fighters. Ao invés disso, o álbum foi completamente regravado em dez dias no estúdio pessoal de Grohl em Virginia. One by One foi lançado em outubro de 2002.

Por sua história a banda sempre evitou posicionar-se politicamente. Apesar disso, em 2004, ao saber que a campanha presidencial de George W. Bush estava usando “Times Like These”, Grohl decidiu apoiar publicamente a campanha de John Kerry.

Em 14 de junho de 2005 foi lançado o álbum duplo de estúdio In Your Honor. Grohl citou que o álbum duplo (um com faixas elétricas e outro acústicas) era uma comemoração do décimo aniversário da banda. Durante a promoção do álbum Grohl, fascinado por OVNIs, teve a chance de apresentar-se no Roswell International Air Center in Roswell, Novo México. O local foi supostamente palco da queda de uma aeronave alienígena em 1947.

A banda decidiu organizar pequenas turnês acústicas em 2006, incluindo o ex-guitarrista Pat Smear, Petra Haden no violino e Rami Jaffee do The Wallflowers no piano e teclado. Em novembro a banda lançou seu primeiro álbum ao vivo, Skin and Bones, com quinze faixas de selecionadas em três concertos em Los Angeles. Um DVD foi lançado logo depois, e apresenta faixas não disponíveis no CD.

Em 25 de setembro de 2007 a banda lançou seu mais recente álbum, Echoes, Silence, Patience and Grace, o álbum é lançado pela RCA Records. Nesse novo trabalho eles voltam a trabalhar com o produtor Gil Norton, que não produzia um disco do Foo Fighters desde The Colour and the Shape de 1997. O álbum já conta com o seu primeiro single, “The Pretender”.

  • Dave Grohl – (vocal e guitarra) (1995-atualmente)
  • Chris Shiflett – (guitarra e vocal de apoio) (1999-atualmente)
  • Nate Mendel – (baixo) (1995-atualmente)
  • Taylor Hawkins – (bateria e vocal de apoio) (1997-atualmente)

Anteriores:

  • William Goldsmith – (bateria) (1995-1997)
  • Pat Smear – (guitarra e vocal de apoio) (1995-1997)
  • Franz Stahl – (guitarra e vocal de apoio) (1997-1999)

foofighters

Publicado em alternativo, bandas, bandas de rock, Bandas dos Estados Unidos da América, Biografia, Blog, Blogalização, História Musical, Música, Rock, Rock Alternativo, Rock internacional, rockstars, Roqueiros | Marcado com , | 1 comentário

Tori Amos

Descobri Tori Amos sem querer, baixando músicas de Nirvana e de Depeche Mode, daí tinha um cover de Smells Like Teen spirit que me deixou perplexo e outro de Enjoy the Silence.

Ela canta muito!!!

 

Tori Amos, pseudônimo de Myra Ellen Amos (nasceu em 22 de agosto de 1963). Cantora, compositora e pianista norte-americana. É casada com Mark Hawley e juntos o casal têm uma filha, Natashya “Tash” Lórien Hawley, nascida em 5 de setembro de 2000.

A personagem RAZOR do clássico game para computadores MANIAC MANSION baseia-se na cantora/compositor, quando ainda era vocalista de uma banda heavy metal intitulada Y Kant Tori Read; um dos programadores do game possuía um disco da banda, cuja capa acabou inspirando na criação da personagem, sem jamais prever que futuramente Tori seria tão famosa.

Publicado em Música, mulheres no rock, rock de calcinha, Roqueiras, Vocal Feminino, vocalistas | Deixe um comentário