A Pitty

 

 

 

 

 

 

Ouvinte assídua de Raul Seixas, Faith No More e Nirvana a cantora também tem entre sua coleção de cds Muse, Mars Volta, Queens of the Stone Age e no acervo nacional: Dead Fish, Sepultura e Sangria. E quem diz que quem canta não tem gosto literário? Pitty é leitora de grandes escritores e filósofos e na lista dos favoritos estão Issac Asimov – o que escreveu “Eu, Robô”, que inclusive virou atração nas telinhas – Stanley Hubrick e o que a inspirou para o nome de seu primeiro CD: Aldous Huxley, que escreveu “Admirável Mundo Novo”. “Anacrônico”, a faixa-título de seu novo CD é uma autobiografia de Pitty, que por sinal não deixa nada a desejar no disco anterior que foi sucesso total – apesar da mesma afirmar que foi um disco feito com menos complexidade do que o último e ser um trabalho mais visceral.

Vaga-lume entrevista Pitty:
“Minha música sempre será mais importante do que minha pessoa”.
Pra mim a situação ideal seria que a arte e a música fosse realmente mais importante do que minha imagem, do que eu mesma, mas a situação real é que isso não existe pra um grande contingente de pessoas. Gostaria que fosse dessa forma porque além de cantar e ter uma banda, eu sou uma pessoa simples, que gosta de sair na rua tranqüila, que gosta de tomar café com pão na padaria, e o culto a persona, a celebridade, dificulta esse estilo de vida. Transito no meio de tudo isso com muita tranquilidade e paciência, equilibrando sempre esses dois lados. Dando atenção pras pessoas que curtem nosso som e se identificam, e tentando preservar meu lado humano de pessoa normal também. Não quero pedestal, não quero um séquito nem uma côrte, não quero ser escrava da idolatria. Fico lisonjeada de saber que tem um monte de gente se inspirando, se identificando, e dou pra eles a única coisa que eu tenho, que é a música.

 

Inkoma foi o pontapé inicial para sua carreira nos palcos da vida. Escutei o cd e o estilo “gritante” de Influir – particularmente músicas como “HC” me chamaram bastante a atenção. Como as pessoas que já gostavam da “Pitty Hardcore” vêem hoje as suas músicas, com mais de metal, punk e industrial?

Acredito que alguns vejam uma evolução, outros achem que ficou xurumela… mas tudo bem, na verdade o que importa é se é verdade ou não. E isso eu sei que é. O Inkoma era uma banda aonde as músicas eram feitas por quatro pessoas, aonde quando eu entrei já existia um direcionamento … eu por também gostar muito de hardcore, vivenciei aquilo e tentei somar. Mas era influência de mais pessoas além de mim, não era somente o meu som. Eu sempre ouvi coisas diferentes além de hardcore, que é uma parada que eu amo e ouço até hoje, mas eu sempre soube que quando fosse montar minha banda de verdade, ela seria mais versátil musicalmente, porque eu sou inquieta e gosto de coisas diferentes. O que me incomodava era ficar presa num rótulo, ou num estilo pré determinado. Faço musica pra me libertar, não pode ser uma prisão.

 

Fuçando um pouco em cada lado descobri que você curte de Issac Asimov, Stanley Hubrick até Aldous Huxley. Inclusive o último foi inspiração para “Admirável Chip Novo” em alusão a “Admirável mundo novo”. Conte um pouco mais do que podemos encontrar na sua estante e qual a verdadeira filosofia que você leva para as suas músicas?

 

 

Eu adoro ler desde pequena, me proporciona uma sensação muito boa. Sempre tive um livro como companheiro, era “alguém” em quem me apoiar. E leio coisas diferentes também. De biografias à romances, livros de história, de música… amo Bukowski, John Fante, Burroughs, Blake, Simone de Beauvoir, Florbela Espanca… acho que a intenção nem seja levar alguma filosofia pras músicas, mas sim propor discussões, questionamentos, perguntas.

No mundo musical sempre rola aquela insegurança de cair no esquecimento, na mesmice, nos baús da casa dos atuais fãs. Como você lida com essa época de “celebridade de 15 minutos”? O que você procura fazer para que continue sempre na cadeira de fenômeno da música?

 

Acho bobagem pensar nisso, e acho que quem se preocupa com isso tá buscando uma coisa que realmente não existe. A vida é feita de altos e baixos, o que me interessa não é estar na “cadeira de fenômeno da música”, ou algo assim. Eu quero poder fazer musicas que me definam, que me completem, eu quero crescer como compositora, e cantora, mas como um desafio pessoal, sem ter que provar nada a ninguém. Espero que isso seja aliado ao fato de existirem pessoas se identificando e vivendo isso conosco.

 

Já falamos do primeiro CD – isso me lembra a espetacular “Equalize”. Anacrônico hoje está no mesmo caminho que o Admirável Chip Novo. Você acredita que o atual possa ultrapassar o estouro que foi a coletânea de tops de paradas, como a já citada “Equalize” e “Máscara”?

 

Não sei, mas Anacrônico tem me surpreendido bastante. Acabou saindo naturalmente um disco mais visceral, mais rasgado, e talvez menos pessoas tivessem estômago pra isso.. mas ele tem rolado muito bem.

 

“O importante é ser você, mesmo que seja estranho, mesmo que seja bizarro…”. Qual a importância de não se importar com rótulos que as pessoas dão às suas atitudes, estilo e músicas, por exemplo? Ser considerada “metal à brasileira” pode ser sinônimo de muitas críticas – e muitos elogios. Como você lida com isso tudo?

 

Não lido, só isso. Porque eu mesma não tenho a preocupação de me rotular, de me encaixar num nicho, ou num escaninho. Isso é uma coisa externa. É natural, a necessidade das pessoas definirem coisas em palavras pra se entenderem, pra se comunicarem. Só tem que haver, na minha opiniao, um certo cuidado de quem define, e senso crítico de quem absorve, pra se evitarem equívocos.

 

Kurt Cobain, do Nirvana e Cedric Bixler Zavalla, vocalista do The Mars Volta são seus ídolos eternos – esqueci de Frank Zappa, claro. Dê uma listinha básica com cinco ou dez dos caras, cantoras ou bandas que hoje você escuta e acha que atualmente estão mandando bem no cenário nacional e internacional da música.

 

Coisas como Muse, Mars Volta, Queens of the Stone Age, de atuais. Nacional tem Cascadura, Sangria, Eskimó, Ronei Jorge, Dead Fish, Sepultura…

“Memórias” está bombando de acessos aqui no Vaga-lume, e está com tudo nas rádios. Qual a história dessa letra e o que ela significa para você.

Foi uma análise de como todas as coisas que a gente faz influênciam nossa vida pra sempre, as atitudes e o que você planta hoje, você vai colher amanhã. Memórias, lembranças que ficam e se tranformam em espectros te rondando e te fazendo sempre voltar numa coisa que já aconteceu. Significa muito, ela é uma das minhas preferidas principalmente porque deu bastante trabalho. A gente quase desistiu dessa música, porque achavamos que não estava bom, ate que um dia rolou e resolvemos gravá-la.

 

Como você vê a divulgação de suas letras em veículos de comunicação como o Vaga-lume?

 

Acho ótimo e aproveito pra agradecer a atenção e o cuidado. Informação nunca é demais!

 

Você conta uma história de amor facilmente – “Equalize” (novamente) – ao mesmo tempo canta músicas como “Quem vai queimar”: (“Estuprem as mulheres/Brutalizem os homens/E queimem as bruxas”). Qual a resposta do público com relação a essa diversidade de gêneros? Têm algum que os seus fãs dão preferência?

 

Eu sou um ser mutante e cheio de sensações e sentimentos diferentes. A música é o meio que eu encontrei pra colocar tudo isso, coisas distintas, pra fora. Acho que eles se identificam de forma diferente com cada parte desse todo.

 

 

Sobre Cinema:
Amo cinema, de todo jeito. Adorei o filme sobre Johnny Cash, quero ver o novo de Woody Allen, e Memórias de uma gueixa. Os clássicos tem lugar de honra no coração. O Iluminado, ScarFace, GoodFellas, Clube da Luta, etc. Gosto muito de De Niro, Al Pacino, Jack Nicholson, Joe Pesci, Juliette Lewis, Isabella Rosselini, Audrey Tatou..

 

O que fazer num domingo sem shows, sem nada na TV e sem a companhia de Frida e Neve, suas gatinhas?

 

Ir ao cinema, fazer uma moqueca, ouvir música.

 

 

 

 

Qualquer balada rock com uma banda ou DJ legal.

 

 

O que seria uma boa lembrança da vida pra você? E uma ótima lição de vida?

 

Lembrar das pessoas que vc de alguma forma fez bem. Uma lição? Saber que o mundo gira e que tudo passa. Quando se percebe isso, rola um desapego pelas coisas supérfluas.

 

Num restaurante o que você pede sem olhar no cardápio? E a sobremesa?

 

Moqueca. Nao sou muito de doce não… sorvete, talvez.

 

Você tem sonhos: casamento, família, filhos? Como você estrutura isso com a carreira artística?

 

Nenhuma das opções acima, por enquanto.

 

Sobre bandas que estão começando agora:

 

Tocar no máximo de lugares possiveis, formar um publico.

 

##############################################

 

Ela ganhou o apelido Pitty por causa da estatura. Ela também tinha outro apelido: Pitica.

 

Ela nasceu em Salvador, mas passou parte da adolescência em Porto Seguro.

 

Ela começou a trabalhar cedo: foi balconista de loja, garçonete, recepcionista, locutora.

 

Para compor as letras do primeiro CD, ela se inspirou nos diários que mantinha desde a infância.

 

Ela estudou música na Universidade Federal da Bahia.

 

Pitty não gosta de fanatismo. Se a fã quer conversar, tudo bem. Só não vale fazer histeria e ficar idolatrando

 

“Sempre gostei de rock e achava impossível viver disso no Brasil.” Mas deu certo: a cantora baiana lançou seu primeiro CD, Admirável Chip Novo, e emplacou vários sucessos, com um empurrãozinho da MTV.
“A gente tinha amigo lá, podia chegar e pedir pra botar o clipe”, conta. Sem papas na língua e nas letras, Pitty fala nesta entrevista sobre o monopólio do axé na Bahia, o quanto não entende (nem aceita) o assédio doentio de fãs e o diário que mantém desde criança até hoje em códigos.

 

Por que você não gosta da palavra fã?
No geral ela sugere uma coisa de fanatismo e idolatria que eu não curto, não acho saudável. É bacana admirar alguém pelo trabalho, mas não dá para viver em função de outra pessoa, de um artista.

 

Você já foi fanática por alguém?
Fanática, nunca. Adoro Mike Patton [do Faith no More], por exemplo. Pô, se eu tivesse na frente do cara, a última coisa que ia querer seria um autógrafo. Ia querer trocar uma idéia, tomar uma cerveja, falar da vida, saber o que ele pensa. Muitas vezes, em shows, me pedem uma pulseira, um colar. Sempre digo: quer conversar, vamos, mas não tem nada a ver esse papo de fanatismo.

 

Como era a música na sua adolescência?
Meus pais sempre ouviram muita música. Quando eu era criança, me apresentava em programas de calouros de guris. Mas não levava muito a sério. Como eu amava rock, achava difícil viver daquilo.

 

Eu sempre amei ler e escrever

 

Desde os 8 anos, mais ou menos, eu tinha um diário daqueles com chavinha e tudo. Escrevia tudo ali. O diário, com o tempo, começou a funcionar como consultório psicológico. Os desabafos ficaram mais íntimos e aí inventei um código, um alfabeto baseado no alfabeto fenício, porque sabia que estava sujeita a ser descoberta. Uso-o até hoje. Tenho menos tempo para ele. Mas muitas das minhas letras vieram dali.

 

Quais são seus tetos de vidro?
Vários. Ninguém é tão perfeito que possa apontar o dedo para o lado. A maioria das pessoas está mais preocupada com o quintal do vizinho do que em arrumar a própria casa.

 

Mas você mesma já declarou que pagode é um lixo, por exemplo.
Não tenho pudor de dizer isso, é o meu gosto pessoal. Mas não recrimino quem gosta de pagode. Não estou tentando catequizar ninguém, convencer de que sou dona da verdade.

 

Você diz que acha uma vergonha a Bahia ser a terra do axé. Por quê?
Porque há muitas outras coisas legais acontecendo lá. Tem um monte de bandas de rock ótimas, mas elas são sufocadas pelo monopólio do axé. Eu tenho essa mágoa. Não sou contra o axé, ou o pagode, mas tem de ter espaço para todo mundo. E em Salvador não tem.

 

Sua carreira deslanchou por causa da MTV?
Minha gravadora é pequena, não tem estrutura para bancar o jabá [quando a gravadora paga para a rádio tocar determinado artista]. A alternativa que achamos foi fazer clipes balas para tocar na MTV. A gente tinha amigo lá, podia pedir pra botar o clipe. Se o público gostasse, ia pedir e eu ia tocar em rádio. Foi o que rolou.

 

Relacionamentos amorosos não me preocupam, nunca me preocuparam. E gosto de preservar minha vida pessoal. Já sofri por amor, acho amor essencial para a vida, mas nunca quis escrever sobre isso. Para mim, a música tem outro papel, um caráter subversivo e transformador. Acho que falar de amor, hoje, está banalizado.

 

Sobre emocore

Algumas letras são bacanas, mas acho tudo muito igual, careta e previsível. Bem chato.

 

Você mora com dois caras da sua banda. Como é ser a única mulher?
A gente é irmão, saca? Chamo este apartamento de BBB, Big Brother Bahia. Aqui moramos eu, Duda [baterista, namorado da Pitty há anos] e Joe [baixista]. Peu [guitarrista] é vizinho. Nem lembro que sou a única mulher. Às vezes saio pelada, o Joe vive pelado pela casa, não agüento mais ver aquela bunda gorda [risos]. Conheço esses caras há dez anos. Eles é que sofrem mais. Na minha TPM, passam o dia longe de casa. Fico insuportável.

 

Acho que você não pode fazer nada que ofenda você. Procuro falar de coisas que eu considero úteis. Não faço playback, nunca. É um desrespeito, coisa de quem não tem competência. E não a programas que eu considero de baixo nível.

 

O CPM 22 acabou de ir ao programa do Gugu. Você iria?
Eles fizeram ao vivo, então tudo bem. Convidaram a gente para tocar no Faustão. Tive vários questionamentos. Mas vi que não era justo reclamar que o rock não tem espaço e aí recusar. Decidi ir, com a condição de fazer o som ao vivo, sem mudar uma vírgula da letra, do discurso. Na última hora eles disseram que tinha de ser playback. Recusei com educação.

 

 

Anúncios

Sobre Josi Vice

Moro em Recife, Pernambuco, onde nasci a 11 de outubro de 1985. Sou latino americano pós- moderno, poeta, cínico, dark, emocional e cerebral, um caranguejo com cerébro pós- Chico, um Nietzscheano sem Nietzsche, com delírios de poeta intelectualóide. Escrevo poesia desde os 15 anos. Sou fissurado em Hentai, Slipknot e Rock´n´Roll e em Literatura, Pop ou qualquer música de boa qualidade. Também adoro navegar pela net e pesquisar na web. Amo ler revistas e artigos, principalmente se for de culura. Esse cara sou eu. Nome real: Josafá César da Silva, mas prefiro Josi Vice ou Joker Vice ou César Vice. Signo: Libra Bandas e cantores preferidos: Slipknot, Beatles, Sex Pistols, Marilyn Manson, Cazuza, Legião Urbna, Elvis Presley, Silver Chair, Echo & The Bunnymen, The Cult, Southern Death Cult, Depeche Mode Poetas Preferidos: Fernando Pessoa, Camões, Marcos Henrique, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Álvares de Azevedo, Augusto dos Anjos, Allen Ginsberg Escritores favoritos: Nietzche, Machado de Assis, Paulo Coelho, Clarah Averbuck, Franz Kafka, Clarice Lispector e John Fante
Esse post foi publicado em bandas, bandas de rock, Bandas de rock nacional, Biografia, Blog, Blogalização, Cantoras, Cantores, entrevista, Fotos, História Musical, Música, Música brasileira, mulheres no rock, Pop, Rock, Rock brasileiro, rock de calcinha, Rock nacional, Rock´n´roll, rockstars, Roqueiras, Sites, Vocal Feminino, vocalistas e marcado , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

9 respostas para A Pitty

  1. ROSANGELA disse:

    EU ADOREI ESSA PROCRAMA E E D+ OBRIGADO E ISSO SIM

    PITTY NA VEIA

    AMO A PITTY ADIMIRAVEL CLIP NOVO .

  2. Dane Rock disse:

    Pitty você é demais sou sua fâ de carteirinha e tenho orgulho de dizer.muitos dizem até que me pareço com você,porquê tenho tatuagens meu cabelo é igual ao seu .Enfim igual a ti nunca serei mas te curto pra caramba.

  3. livia ferraz disse:

    gostaria…de ser uma rockeira!!!
    so que nao faço a minima ideia!!!
    gostaria q vc me ajudasse!!!

    te amoooo!

    me manda essi recado de voltah!!!

    bjoooo

  4. Daiane disse:

    Pitty vc é d+,e eu te adimiro muito!!!!!!!

  5. gabriela disse:

    amu pitty, pitty vc é d+!!!! tô falando sério.
    EU TE ADORO E TE ACHO FODA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    sou sua fã desde os 8 e hoje tenho 12 anos te amo D+
    p.s.: tb curto muito o nirvana são d+

  6. gabriela disse:

    ei gente a PITTY vai fazer um SHOW em NATAL no dia 24 DESSE MÊS!!
    SÓ NUM SEI AONDE VENDE OS INGRESSOS:( MAS PROCUREM NO SITE DELA
    AQUI ->WWW.PITTY.COM.BR. ONDE V6 VEREM NO TOPO DO SITE 256 TONS DE CINZA É LÁ. BOM EU QUERIA IR SÓ Q NÃO POSSO É A ESCOLA.(FERA DE CIÊNCIAS)
    MAS THAU E BOA SORTE. 🙂

  7. DELIA FERREIRA disse:

    PITTY VOCE E MUITO FODA PRA CARALHO…. TE ADORO MUITOOOOOOOOOOOOOO
    MESMO!!!!!!!!!

  8. BEATRIZ disse:

    pitty te adoro
    vc é d+
    adorei a entrevista
    bjs

  9. Danny Vieira disse:

    eu só tenho uma banda por casos de pitty, eu via ela cantando e tocado eu sentiam tal bem

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s