Courtney Love

Courtney Love

Courtney Michelle Love (São Francisco, 9 de julho de 1964) é uma cantora, compositora, atriz e ex-líder da banda norte-americana de rock alternativo Hole. Foi casada com Kurt Cobain, ex-vocalista do Nirvana.

Nascida Courtney Michelle Harrison (apesar de muitas fontes citarem o nome Love Michelle Harrison), é natural de São Francisco, Califórnia, e filha de Hank Harrison (escritor e ex-roadie do Grateful Dead) e Linda Carroll (terapeuta, sobrenome de solteira Risi). A mãe de Courtney é filha da escritora americana Paula Fox, mas foi entregue para adoção e foi criada por um casal de descendentes italianos. Recentemente, escreveu uma autobiografia, Her Mother’s Daughter, sobre as relações turbulentas com sua filha mais velha e com Fox. Após a separação dos pais, em uma batalha legal que envolveu acusações de que Hank teria dado LSD para a criança aos quatro anos, Courtney passou sua infância mudando-se incessantemente com a mãe e seus quatro sucessivos maridos. Dois deles adotaram-na, que passou a possuir temporariamente os nomes Courtney Michelle Rodriguez e Courtney Michelle Menely. Durante a infância, Love chegou a viver em comunidades hippies no estado de Oregon e estudar em um colégio interno na Nova Zelândia.

Courtney era uma criança perturbada e irascível, e durante a adolescência passou diversos períodos em centros de detenção de menores e reformatórios, geralmente por furto (um caso notório foi quando, aos doze anos de idade, roubou uma camiseta da banda Kiss em uma loja Woolworth’s). É dito que Courtney apaixonou-se pela música no reformatório, quando um residente deu-lhe fitas dos Sex Pistols, The Clash e Pretenders. Fora da detenção, Courtney afastou-se da família e foi emancipada aos dezesseis anos, com direito a uma pensão mensal de 800 dólares estabelecida por seus avós maternos adotivos.

Foi nesta época que Courtney iniciou seu intenso uso de drogas. Fumava cigarros e bebia desde os doze, e acabou desenvolvendo uma preferência por barbitúricos, passando depois para a heroína quando mudou-se para São Francisco. No fim de sua adolescência, Courtney envolveu-se com o mercado do sexo ao tornar-se stripper, e decidiu viajar o mundo. Despiu-se em clubes privês do Japão e de Taiwan, dentre outros lugares, e morou em grande parte do território dos Estados Unidos, na Inglaterra e na Irlanda. Neste último país, chegou a residir com o pai biológico por um breve período e iniciou a faculdade de inglês na Trinity College de Dublin. Largou o curso após um semestre e trabalhou como fotógrafa, mas ainda viria a retomar o curso na Portland State University, em Oregon, transferindo-se posteriormente para o San Francisco Art Institute. Seu primeiro namorado músico foi Rozz Rezabek, vocalista da banda Theatre of Sheep, de Portland, após de um breve caso em Liverpool com Julian Cope, cantor do grupo inglês The Teardrop Explodes. Rozz foi quem deu a ela o nome artístico de Courtney Love, quando brincava com o falso sotaque britânico da garota.

Ao retornar a Portland, conheceu Kat Bjelland, futura líder do Babes in Toyland. Ambas mudaram-se para São Francisco e, junto com Jennifer Finch, que viria a tornar-se baixista do L7, formaram a banda Sugar Baby Doll, que durou pouco tempo. No fim da década de 1980, Courtney ainda foi vocalista do Faith No More por um curto período, e viria a morar em Minneapolis (onde tocou baixo no Babes in Toyland por alguns meses), no interior do Oregon e mais uma vez em Portland antes de estabelecer-se em Los Angeles e iniciar sua carreira artística de verdade.

Nessa época, Courtney resolveu tentar a sorte como atriz e, depois de fazer figuração em seriados como “Quincy” e “Chips”, fez um teste para o papel de Nancy Spungen no filme biográfico “Sid & Nancy”, dirigido por Alex Cox. Não consegue classificar-se, mas Cox se impressiona com a performance de Courtney, a ponto de colocá-la no filme como Gretchen, amiga de Nancy. Poucos meses depois, Love ainda interpretou a personagem Velma no trabalho seguinte do diretor, “Straight To Hell (Direto Para o Inferno)”, que foi um fracasso de bilheteria e crítica.

Courtney então passa a viver precariamente em Nova Iorque, nutrindo-se de sanduíches e ganhando peso assustadoramente, até conseguir voltar a Portland e ser expulsa da cidade em pouco tempo, depois de organizar um show com grandes bandas e gastar todo o dinheiro da bilheteria. Retorna a Los Angeles em 1988, onde divide um apartamento com um baterista e volta a fazer strip-tease para seu sustento. Fica sabendo de uma proposta de trabalho no Alaska e passa três gelados e escuros meses despindo-se em Anchorage. Foi quando converteu-se ao budismo de Nitiren e teve um “insight” de que iria montar uma banda e ser definitivamente famosa. Obstinada, pegou um ônibus para Portland (onde conheceu o líder do Nirvana e seu futuro marido, Kurt Cobain, num show — os dois só viriam a ter um relacionamento alguns anos depois), morou com o dono de uma loja de discos por três meses, aprendeu a tocar guitarra e rumou novamente para Los Angeles, onde colocou anúncios em revistas de música dizendo que “quero montar uma banda. Minhas influências são Big Black, Sonic Youth e Fleetwood Mac.”

Uma das pessoas que responderam ao anúncio foi o guitarrista Eric Erlandson, que trabalhava na Capitol Records. A primeira baixista da banda foi a vizinha de Courtney, Lisa, e depois a primeira formação foi estabelecida com Jill Emery (baixista) e Caroline Rue (baterista). O nome da banda tem origens anacrônicas. Há quem diga que é pela conotação sexual de “buraco” (já que Courtney ainda era stripper na época, trabalhando na famosa casa Jumbo’s Clown Room), outras fontes afirmam que vem de uma linha da tragédia grega “Medéia”, de Eurípedes, e ainda há relatos de que, na verdade, a origem é de uma frase da mãe de Courtney, que teria dito para sua filha que ela “não poderia carregar um BURACO dentro de si para sempre”.

Após três meses de ensaio, o Hole fez seu primeiro show em Hollywood e logo começou a tocar em bares e clubes por toda a área ao redor de Los Angeles. O primeiro single independente foi o da música “Retard Girl”, produzido pelo então marido de Courtney, o músico Falling James Moreland, e lançado pelo selo independente Sympathy For The Record em março de 1990, seguido de uma turnê nacional e um contrato com a gravadora Caroline Records. O primeiro disco da banda, Pretty On The Inside, foi lançado em setembro de 1991. Gravado em apenas quatro dias e produzido por Kim Gordon, baixista do Sonic Youth, e Don Fleming, da banda Gumball, o álbum apresentava um som punk pouco convencional, cheio de microfonias, gritos e letras selvagens.

Pretty On The Inside recebeu críticas positivas nos Estados Unidos e na Europa, chegando a estar presenta na lista dos 20 melhores discos da revista britânica Melody Maker. O single “Teenage Whore” foi escolhido o single da semana da revista Spin e entrou no top 20 da parada inglesa de singles independentes.

Em outubro de 1991, após um relacionamento de idas-e-vindas com o vocalista dos Smashing Pumpkins, Billy Corgan, Courtney reencontra Kurt Cobain e tornam-se amantes. Em novembro, o Hole inicia uma turnê pela Europa. Nessa época, a vocalista já começava a compor material que viria a figurar no segundo disco da banda, como “Doll Parts” e “Violet”. No entanto, Courtney resolve interromper provisoriamente as atividades da banda, priorizando sua relação com Cobain.

Após o casamento com Kurt em fevereiro de 1992, e o nascimento da filha do casal, Frances Bean Cobain, em agosto do mesmo ano, Courtney volta a se concentrar no grupo. Caroline Rue havia sido despedida da banda depois de uma má performance em uma gravação e Jill Emery decidiu deixar o Hole espontaneamente. A dupla é substituída por Patty Schemel na bateria e, por um curto período, Leslie Hardy no baixo. Courtney e Eric já haviam convidado a baixista Kristen Pfaff para a formação. Na época, Pfaff não estava disposta a deixar sua banda em Minneapolis, Janitor Joe, mas voltaria atrás na sua decisão após alguns meses.

Devido ao casamento de Courtney com Kurt (que despontava para o estrelato com sua banda após o lançamento do disco Nevermind), ao comportamento ousado da cantora e à ligação do casal com heroína, exposto escandalosamente na revista Vanity Fair — e que custou temporariamente a guarda da filha dos dois — o Hole acabou chamando a atenção da indústria fonográfica americana, que disputaram a tapa o contrato da banda. Após abordagens das gravadoras Def Jam (do produtor Rick Rubin) e Maverick (da cantora Madonna), o grupo assinou com a Geffen, gravadora do Nirvana, pela quantia de US$ 1 milhão.

No período entre as gravações e o lançamento do próximo disco da banda, Kurt Cobain afundava a passos largos. O marido de Courtney estava cada vez mais debilitado devido a dores estomacais crônicas e ao uso abusivo de heroína, além de uma progressiva depressão e uma estranha fixação por armas de fogo.

Em fevereiro de 1994, o álbum, oportunamente intitulado Live Through This, estava finalizado e com data de lançamento prevista para abril. Pouco antes do lançamento oficial, o álbum foi aclamado por diversos críticos de revistas musicais, como Spin e Rolling Stone. Caracterizava-se também por uma mudança nos rumos musicais do Hole: saem as microfonias e as canções desordenadas, e entram músicas bem estruturadas, com uma veia pop latente (sem deixar de ser punk), e a mistura de momentos de pura distorção e gritos com cantos suaves e violões. Na mesma época, o Nirvana fazia uma turnê européia e Courtney foi acompanhar o marido em Roma, onde Kurt teve uma overdose de champagne com Rohypnol, um tranqüilizante considerado posteriormente “a droga do estupro”, já que dopava a pessoa de tal forma que passou a ser utilizado por maníacos sexuais nas suas vítimas. Na chegada da ambulância ao hospital, Courtney foi acusada de agredir um paparazzi.

De volta a Seattle, o estado de saúde de Kurt continuava a se deteriorar, e Courtney temia por sua vida. Em março de 1994, o casal se internou em centros distintos para tratamento de usuários de drogas em Los Angeles. Alguns dias depois, Kurt Cobain fugiu de sua clínica e, no dia 8 de abril, foi encontrado morto com um tiro na cabeça, num sótão acima da garagem da casa de ambos em Seattle. Em uma sincronia infeliz, Live Through This foi lançado duas semanas após a tragédia.

A turnê que a banda faria pelos Estados Unidos foi cancelada por tempo indeterminado, devido ao estado emocional da cantora. Contudo, em 13 de junho de 1994, o Hole faz uma reunião e seus integrantes concordam em retomar as atividades. No meio tempo, Kristen Pfaff resolve voltar para Minneapolis e morre no dia 15 de junho, por overdose de heroína. Quem encontra o corpo da baixista é seu companheiro de banda e então namorado, Eric Erlandson.

Após a morte de Kristen, os três integrantes restantes passam a selecionar uma baixista, e acabam decidindo pela jovem canadense Melissa Auf Der Maur, que tocava numa banda chamada Tinker e havia sido indicada por Billy Corgan. O Hole retomou sua carreira em agosto, inaugurando sua turnê com um show no Reading Festival, na Inglaterra. Em setembro, a banda abriu alguns shows para o grupo de rock industrial Nine Inch Nails, que estava na turnê do álbum The Downward Spiral. Courtney acaba se envolvendo com o vocalista da banda, Trent Reznor, e com o fim do relacionamento, ambos passam a trocar farpas em público, inclusive contando detalhes íntimos nada honrosos.

No fim de 1994, Courtney faz a seleção da trilha sonora do filme “Tank Girl”, e inclui a faixa “Drown Soda”, de sua banda, entre canções de artistas como Veruca Salt e Björk. Em janeiro de 1995, durante a passagem do grupo pela Austrália, Courtney é presa num vôo de Brisbane para Melbourne, por agredir uma comissária de bordo.

Ainda em 1995, Courtney participou de alguns filmes, incluindo pequenos papéis em “Feeling Minnesota” e “Basquiat”. Durante a excursão do Hole pela Europa e, posteriormente, nos Estados Unidos, houve casos em que a vocalista abandonou o show no meio por ofensas do público relativas a seu suposto envolvimento na morte de Kurt Cobain. Quando participou do festival Lollapalooza, Courtney agrediu Kathleen Hanna (vocalista do Bikini Kill) e respondeu mais um processo na justiça, sendo considerada culpada e sentenciada a um programa de controle da raiva. Pouco depois, a cantora co-protagonizou o bem-sucedido filme “The People Vs. Larry Flynt”, na pele de Althea Flynt, esposa do dono da revista pornográfica Hustler. Sua atuação rendeu críticas favoráveis e chegou a ganhar o Globo de Ouro pela categoria Melhor Atriz. Em setembro, é lançado o EP chamado Ask For It, contendo músicas antigas e apresentações na BBC de Londres. No fim do ano, a banda se apresenta no MTV Video Music Awards, grava seu MTV Unplugged (que apenas foi televisionado e tornou-se requisitado bootleg) e o álbum Live Through This atinge um milhão de cópias vendidas nos Estados Unidos.

A partir de dezembro de 1995, em Nova Orleans, a banda passa a se reunir para compor material para o próximo disco, processo que durou até 1997, quando a banda recebe o auxílio de Billy Corgan em algumas das novas composições. Durante o processo, mais uma coletânea de b-sides e músicas raras é lançada, My Body The Hand Grenade, além da primeira gravação profissional da banda em 1990, The First Session. Em 1998, Courtney participa de mais um filme, “200 Cigarettes”, e o terceiro disco do Hole, Celebrity Skin, é lançado no mês de setembro, após ser adiado por meses. O som do álbum é voltado ao pop, um pouco mais trabalhado em oposição as melodias furiosas e cruas de Live Through This. Também notam-se mudanças na imagem de Courtney após seu ressurgimento como atriz: apresenta um visual mais saudável, usa pouca maquiagem, passa a vestir-se com grifes da haute couture e divulga aos sete ventos os benefícios da yoga, do budismo e dos sucos naturais. O lançamento do álbum é cercado de controvérsias sobre a presença da baterista Patty Schemel nos créditos do álbum e sua ausência nas fotos publicitárias, entrevistas e nos vídeos para as músicas “Celebrity Skin”, “Malibu” e “Awful”. Alguns meses mais tarde foi confirmado que Patty Schemel oficialmente estava fora da banda, embora as razões não tenham sido especificadas.

Celebrity Skin foi bem recebido por público e crítica e, assim como Live Through This, também alcançou a marca de 1 milhão de cópias nos EUA. O Hole fez uma turnê por Austrália e Nova Zelândia em 1999, contando com uma nova baterista, Samantha Maloney, e participou do festival Big Day Out, no qual Courtney tocou com os seios para fora da blusa. Em fevereiro a banda inicia turnê pelos Estados Unidos ao lado de Marilyn Manson, mas acaba saíndo da turnê alguns meses depois, alegando “diferenças de produção”.

No fim de 1999, Courtney Love participa do filme “Man On The Moon”, ao lado de Jim Carrey, e a banda anuncia que já está começando a compor material para o novo álbum sem a presença da baixista Melissa Auf Der Maur, que deixa a banda para ingressar no Smashing Pumpkins.

Um ano depois, o futuro do Hole tornou-se incerto, quando, descontente com o tratamento recebido pela Geffen após a fusão com a Universal Music, a banda decide romper o contrato com a gravadora. O resultado foi uma batalha jurídica que perdurou até 2001, dando ganho de causa para a banda. O contrato do Hole com a Geffen previa o lançamento de mais cinco álbuns. O argumento de Courtney era que uma lei do Estado da Califórnia garantia a qualquer trabalhador o direito de romper um contrato após um prazo de sete anos (o Hole havia assinado com a Geffen em 1992). Estimulada pelo processo, a cantora partiu para uma verdadeira cruzada pelos direitos dos artistas, organizando palestras e defendendo a idéia em discursos e entrevistas. O Hole também disponibilizou várias MP3s de material raro gratuitamente em seu website.

Com a impossibilidade de seguir adiante com o Hole (cujas atividades foram oficialmente encerradas em 2002), Courtney partiu para outros projetos. No ano de 2001, anunciou a formação de uma nova banda de punk rock, nomeada Bastard. Segundo Courtney, o som do Bastard seria uma mistura de Led Zeppelin e AC/DC. Definida a formação, — Louise Post (Veruca Salt) na guitarra, a ex-baixista do Rockit Girl, Gina Crosley, e Patty Schemel (velha companheira de Courtney no Hole) na bateria — a banda começou a ensaiar para um futuro álbum a ser lançado pela gravadora Epitaph. Apenas alguns ensaios o Bastard veio abaixo. Discussões internas levaram Post e Crosley a desistirem do projeto.

Em setembro de 2001, Courtney anuncia sua carreira solo, recrutando a baterista Patty Schemel para sua banda de apoio. Faz alguns shows pela Califórnia apresentando músicas novas, como “All The Drugs” e “But Julian, I’m a Little Bit Older Than You” (inspirada em seu affair com o vocalista dos Strokes, Julian Casablancas), mas seu primeiro disco nessa nova fase, America’s Sweetheart, só sai em 2004, envolto por uma série de controvérsias.

No fim de 2003, Courtney grava o disco de forma independente em um castelo na França e negocia o trabalho com diversas gravadoras. Opta por assinar com a Virgin Records, mas a companhia decide que todo o trabalho de estúdio deve ser refeito, assim como algumas letras e arranjos, para que o disco fosse lançado até 31 de março de 2004, fim do ano fiscal da empresa. Courtney, que estava na clínica de reabilitação Wavelength na Califórnia, é levada ao estúdio e trazida de volta diversas vezes pela gravadora durante o processo, e sua tentativa de desintoxicação acaba caindo por terra.

Após o lançamento do disco em 10 de fevereiro, a cantora rompe com seu empresário (e amante) James Barber e acusa sua a Virgin de lançar o álbum antes que estivesse finalizado, fazendo mixagens, selecionando as músicas, desenvolvendo a capa e escolhendo os vocais gravados à revelia (o fato é que quatro das músicas do disco não foram registradas devidamente para recolhimento de direitos autorais, no fim das contas). Courtney volta a envolver-se em escândalos envolvendo agressão, porte de drogas, dívidas e a guarda de sua filha. Confusões essas que acabam por fazer as vendas de America’s Sweetheart não decolarem, vendendo pouco acima de 100.000 cópias. No mesmo ano, Courtney perde temporariamente a guarda de Frances Bean Cobain e, em 2005, é internada por alguns meses em uma clínica de reabilitação.

Frances é autorizada a retornar para a casa da mãe em 2006. Mesmo ano em Courtney vende 25% dos direitos autorais do Nirvana em sua posse por US$ 50 milhões de dólares para Larry Mestel, da Primary Wave Music Publishing. Em 31 de Outubro de 2006, Courtney lançou o seu livro de memórias, Dirty Blonde: The Diaries of Courtney Love, o livro, com 304 paginas, contém um mix de cartas, fotos, artigos de jornais, textos de musicas, poesias e diversos outros materiais inéditos. Em dezembro de 2006, Love foi absolvida em Los Angeles das acusações de porte de drogas e agressão a musicista Kristin King. Courtney confessou que agrediu Kristin ao encontrá-la dormindo no sofá da casa de seu ex-namorado. O período de liberdade de condicional da cantora seria julgado apenas em 2008. Emocionada e chorando, Courtney Love agreceu ao juiz, que a elogiou por sua recuperação do vício nas drogas. “Obrigada por não me prender, obrigada por me dar uma oportunidade, o senhor foi justo”, disse a cantora.

Atualmente, Courtney prepara o lançamento do seu próximo album, um trabalho que contou com a participaçao de Linda Perry e Billy Corgan, entitulado Nobody’s Daughter e composto majoritariamente pelas canções que a cantora escreveu durante sua temporada de desintoxicação. Alguns criticos em música já que já ouviram alguns trechos do cd já disseram que esse é o melhora trabalho de Courtney desde o 2º cd do Hole, Live Through This. O lançamento está programado para o ínicio de 2008.

Com o Hole

  • Pretty on the Inside (1991)

  • Live Through This (1994)

  • Ask for It (EP) (1995)

  • My Body, the Hand Grenade (1997)

  • The First Session (EP) (1997)

  • Celebrity Skin (1998)

 

´´Sozinha“

  • America’s Sweetheart (2004)
  • Nobody’s Daughter (previsto para o ínicio de 2008)

Sobre Josi Vice

Moro em Recife, Pernambuco, onde nasci a 11 de outubro de 1985. Sou latino americano pós- moderno, poeta, cínico, dark, emocional e cerebral, um caranguejo com cerébro pós- Chico, um Nietzscheano sem Nietzsche, com delírios de poeta intelectualóide. Escrevo poesia desde os 15 anos. Sou fissurado em Hentai, Slipknot e Rock´n´Roll e em Literatura, Pop ou qualquer música de boa qualidade. Também adoro navegar pela net e pesquisar na web. Amo ler revistas e artigos, principalmente se for de culura. Esse cara sou eu. Nome real: Josafá César da Silva, mas prefiro Josi Vice ou Joker Vice ou César Vice. Signo: Libra Bandas e cantores preferidos: Slipknot, Beatles, Sex Pistols, Marilyn Manson, Cazuza, Legião Urbna, Elvis Presley, Silver Chair, Echo & The Bunnymen, The Cult, Southern Death Cult, Depeche Mode Poetas Preferidos: Fernando Pessoa, Camões, Marcos Henrique, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Álvares de Azevedo, Augusto dos Anjos, Allen Ginsberg Escritores favoritos: Nietzche, Machado de Assis, Paulo Coelho, Clarah Averbuck, Franz Kafka, Clarice Lispector e John Fante
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