Alice in Chains, o Grunge em chamas

 

 

 

 

 

 

 

 

alice in chains

Alice in Chains é uma banda estadunidense formada em 1987 em Seattle, Washington e que, ao lado de Nirvana, Soundgarden e Pearl Jam, constitui um dos principais representantes do movimento Grunge, nascido no início da década de 1990 na mesma cidade. O som da banda tem influência de bandas do heavy metal, glam rock e hard rock, ao invés do punk, o que a torna única no cenário da região na época. É uma das bandas mais bem sucedidas comercialmente da cena grunge de Seattle, vendendo aproximadamente 15 milhões de álbuns ao redor do mundo. Tudo começou no inverno de 1987, quando o guitarrista Jerry Cantrell foi a uma festa em Seattle onde conheceu um homem de cabelo rosa claro que estava no centro de tudo; se tratava do vocalista Layne Staley. “Ele tinha um grande sorriso no rosto, e estava sentado ao lado de duas mulheres maravilhosas”, lembra Cantrell. Cantrell não tinha um lugar para morar e foi acolhido por Staley, que o levou a sua residência: um estúdio de ensaios sujo e cheirando a urina, chamado Music Bank e localizado em um armazém, onde os dois passaram a viver. Logo, decidiram formar uma banda de glam rock, após idéia inicial jogada por Jerry, enquanto Staley já estava saindo de uma outra banda desse mesmo sub-gênero. Mike Starr, conhecido de Jerry, aceitou tocar baixo na banda e ainda trouxe o baterista Sean Kinney, que namorava sua irmã, formando o embrião do Alice in Chains, chamado Diamond Lie. Os concertos da banda nessa época consistiam em covers, que de acordo com a imprensa local ganhavam “nova vida” quando eram tocados pelo Diamond Lie.

 

 

 

Cantrell comentou a RIP Magazine quanto as motivações iniciais na formação da banda:

 

 

 

 

 

Era “Vamos formar uma banda, escrever umas canções, tocar em alguns clubes para conseguirmos cerveja e mulheres”. Sério, era por aí. Nós fizemos isso por um ano e meio, só tocando, e então nós finalmente começamos a considerar, até onde nós queríamos ir musicalmente. Foi meio que algo natural, nada que tenha sido pensado. Foi somente algo que acontece quando você passa tempo com pessoas e começam a crescer juntos.

 

 

 

No ano seguinte, tendo como inspiração Alice n’ Chains, nome da antiga banda de Staley, tornaram-se Alice in Chains e passaram a gravar demos com canções que mais tarde apareceriam nos álbuns oficiais da banda. Ainda neste ano, ocorreu a mudança definitiva da banda uma vez que se distanciaram do glam rock, fazendo surgir assim as características que marcaram o Alice in Chains durante toda sua carreira: o peso dos instrumentos e as letras mórbidas e depressivas. Apresentavam-se em bares e pequenos clubes, em 1989, decidiram gravar seu próprio álbum independente e tentar distribuí-lo localmente, mas antes do álbum ser lançado, o grupo assinou com a Columbia Records. Seu primeiro trabalho oficial foi o EP “We Die Young”, em Julho de 1990. A faixa-título se tornou um hit moderado em rádios americanas mais pesadas, apenas preparando caminho para o lançamento do álbum Facelift em agosto daquele mesmo ano, que foi bem recebido pelo público. A banda começa turnê com Iggy Pop em novembro, apresentando as canções “Dirt” e “Rooster” ao público, que não dá a mínima. Em dezembro, o concerto lotado no Moore Theater, em Seattle, é gravado pelo diretor Josh Taft e lançado como Live Facelift, o primeiro lançamento em vídeo do grupo.

 

 

 

 

 

 

Enquanto isso, o álbum produz o inesperado hit “Man in the Box”, tendo uma escalada de 26 semanas até o Top 20 e cujo vídeo recebeu grande exibição na MTV. Tendo suporte de turnê com Extreme, Megadeth em algumas datas, depois com a turnê “Clash Of The Titans” (que contava com Slayer, Anthrax e Megadeth), e após, Van Halen, Facelift chegou a disco de ouro. Em 1991, a banda lançou um inesperado EP de composições semi-acústicas, Sap, gravado em dois dias e intitulado devido a um sonho do baterista Sean Kinney no qual a banda chamava o novo álbum como Sap.. O álbum contava com as participações de Ann Wilson do Heart, se juntando a Staley e Cantrell no refrão de “Brother” e “Am I Inside”, assim como Chris Cornell do Soundgarden e Mark Arm do Mudhoney, que apareceram na canção “Right Turn” (creditados no encarte como Alice Mudgarden). Chris Cornell também contribuiu com vocais de apoio na faixa “Brother”.

 

O grupo recebeu mais exposição em 1992 quando uma de suas novas canções, “Would?”, apareceu na trilha sonora de Vida de Solteiro, um filme pelo diretor Cameron Crowe baseado nas vidas dos solteiros de Seattle. A banda também apareceu no filme, tocando as canções “Would?” e “It Ain’t Like That” durante uma das cenas do clube. O lançamento prévio de “Would?” ajudou a criar antecipação pelo próximo LP do grupo.

 

 

 

O álbum Dirt, lançado na primavera de 1992, exemplifica o som pesado, guiado pela guitarra e cheio de distorções, enquanto ainda abrindo espaço para as harmonias vocais cada mais complexas de Staley e Cantrell. Foi tanto um sucesso de crítica quanto comercial, ganhando disco de platina após menos de 2 meses de seu lançamento, e continuando como o álbum mais bem sucedido da banda até hoje. Entretanto, as letras obscuras, a maior parte tratando de isolação e vício, aumentaram as especulações de que Staley era uma viciado em heroína. Agora se sabe que esta especulação estava correta.

 

 

 

Para a divulgação desse álbum, saíram em turnê com Ozzy Osbourne. Durante esta turnê, Layne quebrou seu pé e completou a turnê usando uma cadeira de rodas e muletas, não perdendo nenhuma data. Camisetas da turnê mostravam o raio-X do pé quebrado do vocalista. Após, o grupo teve uma passagem pelo Brasil no festival Hollywood Rock, no Rio de Janeiro e São Paulo. Após estas datas, Mike Starr deixou o grupo devido as turnês intensas da banda e eventualmente se juntou a banda de hard rock Sun Red Sun. Starr foi logo substituído temporariamente pelo baixista da banda de Ozzy Osbourne, Mike Inez. Quando a banda entrou em estúdio em 1993 e compôs duas novas canções, “What the Hell Have I?” e “A Little Bitter”, para a trilha sonora do filme com Arnold Schwarzenegger, O Último Grande Herói, Inez (que co-escreveu “A Little Bitter”) foi confirmado como novo baixista da banda.

 

 

 

Durante o verão de 1993, Alice in Chains se juntou a bandas como Primus, Tool, Rage Against the Machine e Babes in Toyland para o festival de música alternativa Lollapalooza, onde a banda foi muito bem recebida. Entretanto, seria a última vez que Alice in Chains faria uma grande turnê.

 

 

 

Após suas explosivas performances na turnê Lollapalooza, a cena musical alternativa clamava por outro lançamento pesado, nervoso e barulhento do quarteto de Seattle. Em Janeiro de 1994, entretanto, a banda surpreendeu fãs e críticos com Jar of Flies, que trazia um retorno aos arranjos mais acústicos e leves, canções bem desenvolvidas completadas com sutis arranjos de cordas, misturados com pontos de exclamação dos ataques de guitarra, a assinatura de Cantrell, e os vocais de Staley.

 

 

 

Lançado como um EP, ainda que tivesse qualidade de álbum em design e duração, Jar of Flies estreou como nº1 nas listas de vendas de álbuns da Billboard, o primeiro EP na história a alcançar tal posição. Evoluindo do som alternativo e progressivo da primeira faixa para baladas mais tradicionais, o álbum parece prestar homenagem as raízes musicais de Cantrell. O álbum foi escrito e gravado em uma semana.

 

 

 

Alice in Chains estavam programados para sair em turnê durante o verão de 1994 com Metallica e a atração de abertura Suicidal Tendencies, mas desistiram antes do começo da turnê, dando gás aos rumores de vício de drogas. Danzig substituiu Alice in Chains em algumas datas, enquanto outras foram tocadas pelo Candlebox.

 

 

 

A banda ficou um bom tempo fora da estrada, o que fez aumentar especulação quanto ao vício de Staley. Nessa época, as tensões internas levaram a banda a disbandar, o que efetivamente durou apenas seis meses.

 

Apesar disso, Staley se apresentou com The Gacy Bunch, um “supergrupo grunge” formado em 1995 com o guitarrista Mike McCready do Pearl Jam e o baterista do Screaming Trees, Barrett Martin. Eles mais tarde mudaram seu nome para Mad Season e lançaram um único LP, Above.

 

 

 

Em Novembro de 1995, Alice in Chains retomou as atividades com o lançamento do álbum auto-intitulado, Alice in Chains, comumente chamado de “Grind”, “Tripod”, “Three” ou “Three Legged Dog” devido a imagem de um cachorro tripé na capa (explicado no documentário lançado um mês depois, The Nona Tapes) e pelo fato de ser o terceiro álbum da banda. Este álbum foi um retorno aos raízes heavy metal da banda, mas diferente do som presente em seus álbuns anteriores, ainda que juntando o estilo mais acústico presente em Jar of Flies em algumas canções. Para alguns fãs este retorno a forma foi bem-vindo, para outros não foi tanto um passo a frente como um passo para trás em terreno familiar. O álbum estreou na primeira posição, mas o grupo novamente falhou em dar suporte com uma turnê, gerando maior discussão sobre o vício de Staley em heroína. Eventualmente, este seria o último álbum oficial que o Alice in Chains produziria.

 

 

 

O grupo submergiu novamente em 1996 para tocar seu primeiro concerto em três anos no MTV Unplugged, um programa de somente canções acústicas. Durante todo o concerto era visível a fraqueza na saúde de Layne Staley e os efeitos do uso de heroína. A mente dele também não estava inteiramente no show visto que ele não cantou todas as canções que normalmente cantaria, Cantrell o substituindo em muitos dos versos. O set incluiu as canções mais conhecidas da carreira, dando nova vida a canções como “Brother”. O grupo trabalhou seu material mais pesado com arranjos acústicos novos e incluiu um guitarrista rítmico, Scott Olson, para arredondar o som. Eles também introduziram uma nova canção, “Killer Is Me”. Um álbum da performance foi lançado mais tarde naquele ano, estreando na terceira posição nas paradas.

 

 

 

Após o concerto acústico, a banda abriu quatro concertos para a turnê de reunião do Kiss substituindo o Stone Temple Pilots, que tiveram que abandonar devido aos problemas com drogas do vocalista Scott Weiland. O concerto do dia 3 de Julho em Kansas City foi o último com Staley como vocalista.

 

Os membros restantes da banda quiseram mantê-la unida e tentaram manter contato com Staley, mas ficou claro que seus problemas de saúde não o permitiriam retornar ao trabalho em pouco tempo.

 

 

 

Cantrell então passou a se dedicar a outros projetos, gravando seu primeiro álbum solo em 1998, sob o título de Boggy Depot. Devido a colaboração significativa do baixista do Alice in Chains Mike Inez, baterista Sean Kinney e o produtor Toby Wright ao álbum, além de contar com uma faixa não lançada das sessões do álbum auto-intitulado (“Settling Down”), muitos fãs consideram este como um álbum “perdido” do Alice in Chains.

 

 

 

Em 1998, Staley se reuniu com os outos membros do grupo pela última vez para gravar duas canções inéditas: “Get Born Again” e “Died”. Estas canções foram lançadas em 1999 no box-set Music Bank. A compilação continha 48 canções, incluindo raridades, velhas demos, as duas novas canções, e a maior parte das faixas contidas nos álbuns da banda. O grupo também lançou Nothing Safe: The Best of the Box, que serviu como um aperitivo de 15 canções para o Music Bank, assim como sua primeira compilação de melhores canções. As duas novas gravações seriam as últimas que Staley gravaria, enquanto Music Bank seria o último lançamento de novo material de estúdio da banda. Em 2000, o álbum ao vivo Live, contendo canções tocadas em shows de 1990 a 1996, e outra coletânea dos 10 maiores hits da banda, Greatest Hits, em 2001, finalizaram os lançamentos oficiais do grupo no período.

 

 

 

Apesar da banda nunca disbandar oficialmente, Staley seguiu cada vez pior dentro de depressão quando sua namorada, Demri Parrott, morreu de endocardite infecciosa em 1996. Ele se tornou recluso, raramente deixando seu apartamento em Seattle. A possibilidade da reunião completa do Alice in Chains finalmente terminou em 20 de Abril de 2002, quando Staley foi encontrado morto em seu condomínio de uma overdose letal da combinação de heroína e cocaína. A perícia aproximou a data de óbito de Staley para 5 de Abril devido ao corpo já se encontrar em estado de decomposição e que, coincidentemente, foi a mesma data aproximada da morte de Kurt Cobain oito anos antes.

 

Cantrell, abalado pela morte de seu amigo e companheiro de banda, dedicou seu segundo álbum solo, Degradation Trip (2002), a Staley. O álbum foi lançado aproximadamente 2 meses após o falecimento de Staley como um disco único e mais tarde relançado, como havia sido originalmente planejado e com canções a mais, como um disco duplo. Ainda que algumas canções no álbum pareçam terem sido escritas sobre a morte do companheiro de banda de Cantrell (“Thinking ‘bout my dead friends whose voices ring on” em “Psychotic Break”, por exemplo), Degradation Trip foi completamente gravado antes do falecimento de Staley.

 

Em 2004, foi afirmado que os membros remanescentes do Alice in Chains estavam tocando juntos e que o grupo logo voltaria à ativa. A re-estréia, entretanto, só aconteceu um ano depois, em 18 de Fevereiro de 2005, quando o Alice in Chains se reuniu novamente para um concerto beneficente no Premiere Club, em Seattle, a fim de arrecadar fundos para as vítimas do tsunami asiático. No lugar de Staley, estava presente Patrick Lachman, vocalista do Damageplan, que há pouco tempo atrás havia perdido o guitarrista Dimebag Darrell. O concerto também contou com as participações de Krist Novoselic do Nirvana e Chris DeGarmo do Queensrÿche, além das aparições-surpresa de Wes Scantlin do Puddle of Mudd e Maynard James Keenan do Tool para ajudar nos vocais, e Ann e Nancy Wilson do Heart reprisando seus vocais de apoio em “Brother”. O grupo se sentiu feliz e emocionado durante o concerto e Cantrell disse que se sentia ótimo tocando com sua antiga banda novamente e tendo Lachman como vocalista.

 

 

 

Em 10 de Março de 2006, os membros sobreviventes do Alice in Chains marcaram presença no concerto Decades Rock Live, do VH1, honrando as roqueiras de Seattle Ann e Nancy Wilson do Heart, ocasião na qual tocaram suas próprias canções: “Would?” (com o vocalista do Pantera e Down, Phil Anselmo) e “Rooster” (com William DuVall e Ann). A banda seguiu com uma pequena turnê pelos clubes dos EUA, vários festivais na Europa, e uma breve turnê pelo Japão, realizando um concerto de duas horas, com uma parte acústica na metade e um vídeo de 8 minutos em homenagem à Layne Staley. Para coincidir com a reunião da banda, a Sony lançou a muito adiada terceira compilação do Alice in Chains, The Essential Alice in Chains, um álbum duplo contendo 28 canções.

 

 

 

Durante os concertos de reunião, a banda convocou para os vocais membro da banda da carreira solo de Jerry Cantrell e vocalista do Comes With the Fall, William DuVall. Duff McKagan, do Velvet Revolver, também se juntou a banda para a turnê, tocando segunda guitarra em algumas canções.

 

 

Jerry comentou em 1 de Novembro de 2006 que a apresentação em Providence, Rhode Island, no dia 31 de Outubro, foi gravada para futuro uso no lançamento de um DVD. O concerto em si teve quase três horas de duração, com a banda apresentando canções que não vinham sendo mostradas na turnê. Ele também explicou melhor os motivos pelos quais a banda está em turnê:

 

 

Ele [Layne Staley] está lá todas as noites. Essa é uma das principais razões pelas quais nós estamos fazendo isso. Eu não tenho dúvidas que ele ficaria totalmente “Bem, porque vocês demoraram tanto?”. Levou muito tempo para mim, pessoalmente, chegar em termos com querer me colocar nessa situação, sabe. Esta é a melhor forma. Nós estávamos todos quase que no mesmo lugar, isso pareceu como se fosse a coisa certa a ser feita, sabe. Nós o levamos conosco em todos os nossos modos, sabe, ele está ao nosso redor o tempo todo.

Ainda que tanto Sean quanto Jerry tenham previamente comentado que se novo material fosse produzido a banda mudaria de nome, uma atualização no blog da página oficial da banda em 30 de Abril de 2007, confirmou que a banda se encontra em processo de gravação de demos para um novo álbum de inéditas, ocasião em que foi afirmado que o novo som está “destruidor”.

 

 

 

Pouco depois, a banda saiu na turnê “Re-Evolution” com o Velvet Revolver, confirmando William DuVall como novo vocalista.

 

 

 

Em 31 de Agosto, como resposta a ótima recepção de crítica e fãs aos pequenos sets acústicos nos concertos da banda, o grupo gravou um set completamente acústico incluindo canções de todos os álbuns lançados pela banda (incluindo os EPs e duas releituras: uma da banda The Who e outra de Elton John) para um futuro álbum ao vivo, no The Rave/Eagles Club em Milwaukee, Wisconsin.

 

 

 

 

A banda também gravou canções especialmente para trilha sonoras de filme, caso de “What The Hell Have I?” e “A Little Bitter” para o filme O Último Grande Herói e “Would?” para o filme Vida de Solteiro (e acabou mais tarde entrando no álbum Dirt). Outras canções da banda foram usadas em filmes como “Got Me Wrong” em O Balconista, “Again” em As Filhas de Marvin, “Right Turn” em Falcão Negro em Perigo, “Them Bones” em Riding Giants e Street Fighter II – The Animated Movie e “Man In The Box” em Mar Em Fúria e Lassie; e em jogos eletrônicos: “Angry Chair” em Doom II, assim como “Them Bones”, que também toca na Radio:X, uma das rádios de Grand Theft Auto: San Andreas, além de aparecer em ATV Offroad Fury e Guitar Hero II, enquanto “Would?” aparece em Burnout Dominator.

 

Os membros da banda também contribuiram separadamente para trilhas sonoras, com Layne se juntando à Tom Morello (guitarrista do Rage Against The Machine), Stephen Perkins (baterista do Jane’s Addiction), Martyn LeNoble (baixista do Porno For Pyros) e Matt Serletic, sob a alcunha de Class Of ’99, com os covers de “Another Brick In The Wall (Part I)” e “Another Brick In The Wall (Part II)”, do Pink Floyd, para o filme A Prova Final; e Jerry e Sean com a canção “Leave Me Alone”, para o filme O Pentelho.

 

 

Sobre Josi Vice

Moro em Recife, Pernambuco, onde nasci a 11 de outubro de 1985. Sou latino americano pós- moderno, poeta, cínico, dark, emocional e cerebral, um caranguejo com cerébro pós- Chico, um Nietzscheano sem Nietzsche, com delírios de poeta intelectualóide. Escrevo poesia desde os 15 anos. Sou fissurado em Hentai, Slipknot e Rock´n´Roll e em Literatura, Pop ou qualquer música de boa qualidade. Também adoro navegar pela net e pesquisar na web. Amo ler revistas e artigos, principalmente se for de culura. Esse cara sou eu. Nome real: Josafá César da Silva, mas prefiro Josi Vice ou Joker Vice ou César Vice. Signo: Libra Bandas e cantores preferidos: Slipknot, Beatles, Sex Pistols, Marilyn Manson, Cazuza, Legião Urbna, Elvis Presley, Silver Chair, Echo & The Bunnymen, The Cult, Southern Death Cult, Depeche Mode Poetas Preferidos: Fernando Pessoa, Camões, Marcos Henrique, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Álvares de Azevedo, Augusto dos Anjos, Allen Ginsberg Escritores favoritos: Nietzche, Machado de Assis, Paulo Coelho, Clarah Averbuck, Franz Kafka, Clarice Lispector e John Fante
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3 respostas para Alice in Chains, o Grunge em chamas

  1. Nathalia disse:

    vai ser lançado um filme sobre o Layne Stanley.
    OLha aqui
    http://mtv.uol.com.br/drops/drops.php?id=33811

  2. dione ramirez disse:

    depois que layne faleceu nunca mais ouvi o alice in chains e isso piorou quando colocaram um outro vocalista no lugar dele… layne pensou que iria descançar dessas tragedias todas mas deve estar se revirando no tumulo. dione ramirez fan#1 de layne staley.

  3. kurt disse:

    acho q Cantrell deveria sozinho assumir os vocais depois da morte de staley
    mais já q ele colocou um kara lá ele devia au menos ter mudado o nome da banda em respeito staley

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