Panic! at the Disco

É uma banda norte-americana de rock alternativo com grandes influências teatrais, não é uma banda emocore como muitos dizem, pode notar que em suas letras não há coisas melancolicas ou romanticas, suas letras são inteligentes e tratam de diversos assuntos. Formada em Las Vegas, Nevada em 2005. Sua canção mais famosa é “I Write Sins Not Tragedies”, a qual foi premiada o VMA de Vídeoclipe do Ano em 2006.

Tudo começou quando Ryan Ross pediu uma guitarra aos seu pais de presente, enquanto Spencer Smith pedia ao seus pais uma bateria,assim os dois poderiam tocar juntos. “Na verdade, naqueles primeiros anos, tudo o que fizemos foram covers do Blink 182”, lembra Spencer. Cansados de fazer covers, a banda recrutou os colegas Brent Wilson e Brendon Urie para o baixo e guitarra, respectivamente. Houve mudanças quando aconteceu uma apresentação da banda na escola, a qual Brendon participava. Brendon cantou, e os outros integrantes ouviram sua voz e a acharam brilhante. O convocaram então, para ser o vocal. Com a última arrumação feita, a recém-nascida Panic! At The Disco começou a praticar na sala de estar da avó de Spencer e a compôr as músicas que iriam eventualmente colocá-los no caminho para o álbum “A Fever You Can’t Sweat Out”.

 

Com o talento para instrumenteção experimental e letras discretamente acatadoras, eles colocaram suas músicas no site MySpace, e não foi muito depois que a banda despertou o interesse de Pete Wentz, baixista da banda Fall Out Boy, que apresentou a banda a Decaydance/Fueled By Ramen, um selo com espaço para novos talentos. “Nós nos achamos com a Decaydance e eles entenderam o que nós queríamos fazer como banda”, explica Ryan. “Eles nos deram muita liberdade para fazer o que nos fazia feliz com a nossa música”.

 

Mais tarde, após assinar o contrato, as coisas ficaram sérias e começaram a andar muito rapidamente. Spencer e Brent terminaram a escola por ensino à distância; Brendon tinha aulas durante o dia, praticava durante a noite e passava com muito esforço em seu último ano escolar. Ryan, decidiu abandonar a faculdade no fim de seu primeiro ano, causando uma grande discordância com sua família. “Quando contei ao meu pai que queria parar de estudar e escrever músicas, ele não gostou. Foi uma batalha entre eu fazer o que me fazia feliz e o que fazia ele feliz”.

 

Os quatro amigos então fizeram as malas, saíram de casa e foram para College Park, em Maryland, para gravar o álbum de estréia com o famoso produtor Matt Squire, que já trabalhou com Thrice e The Receiving End Of Siren.Algumas bandas passam toda a sua carreira apenas esperando fazer um álbum tão complexo, coesivo e criativo quanto A Fever You Can’t Sweat Out. Não o Panic! At The Disco: eles trabalharam para conseguir logo na primeira tentativa.“Nós não queríamos fazer um álbum que tivesse 11 faixas da mesma música,” explica Ryan. Para ter certeza de que isso não aconteceria, a banda teve o conceito de dividir o álbum em duas partes: a primeira sendo futurista, cheia de bateria elétrica e sintetizadores, e a segunda sendo nostálgica, cheia de pianos vaudeville e acordeões. “Eram dois extremos de influências sendo colocados um ao lado do outro: temos a música mais eletronica no álbum e também temos a mais antiga e fora de moda.” A banda pegou certos ponto de suas maiores – no entanto não visíveis – influências: a estrutura melódica do Third Eye Blind, intrumentação teatral Real e as vívidas e narrativas letras do Counting Crows. “Você não ouviria nosso cd e diria, ‘hmmm, esses caras são influencidos por Fleetwood e Counting Crows’, mas essas são as nossas bandas favoritas,” insiste Spencer.

 

A banda se tornou grande no PureVolume, ficando continuamente no Top 10 de bandas contratadas, e no MySpace, ficando em primeiro na parada indie, e quando voltaram a Las Vegas depois de gravar, realizaram uma apresentação na cidade-natal – na verdade a primeira ao vivo da banda e mais de duzentas pessoas apareceram. Os pais do garotos, especialmente os de Ryan, perceberam que a banda era mais que um hobby e viraram membros de carteirinha da banda.

 

Em maio de 2006, Brent Wilson saiu da banda.Ele insistiu ter sido expulso da banda sobre a questão do dinheiro ter subido a cabeça dos outros 3 integrantes da banda. Mas,a banda anunciou que o motivo da saída de Brent foi por motivos musicais,na qual Spencer Smith afirmou para a imprensa “Tomamos a decisão baseados na falta de responsabilidade de Brent e o fato de que ele não esta progredindo musicalmente.Brent não escreveu nenhuma parte de baixo no álbum. Brent não gravou uma nota de baixo no álbum. Brendon e Ryan escreveram todas as partes de baixo e Brendon gravou todas as partes de baixo. Tivemos que simplificar algumas das partes de baixo que foram gravadas porque Brent não conseguia tocá-las ao vivo”. Com a saida de Brent Wilson, os integrantes do Panic! resolveram convidar Jon Walker para ser o novo baixista da banda.

  • Brendon Urie – (vocal, guitarra e piano)
  • Spencer Smith – (bateria)
  • Ryan Ross – (guitarra e vocal)
  • Jon Walker – (baixo e vocal)

Ex integrante:

Brent Wilson – (baixo) – (2005 – 2006)

 

  • Muitas das faixas do álbum A Fever You Can’t Sweat Out fazem referências à obras de Chuck Palahniuk.
  • A banda foi contratada antes mesmo de fazer sequer um show.
  • Lying Is The Most Fun A Girl Can Have Without Taking Her Clothes Off” e “But It’s Better If You Do” foram frases ditas em um diálogo entre Natalie Portman e Clive Owen no filme Closer; daí o nome de duas músicas da banda.
  • Brendon é vegetariano e ativista do PETA.
  • Brendon fez uma participação como vampiro no clipe de “A Little Less Sixteen Candles, a Little More Touch Me”, do Fall Out Boy.
  • “Blue”, do Third Eye Blind, era o disco favorito da banda antes de lançarem seu próprio.
  • “Build God, Then We’ll Talk” foi inspirada na música “Favorite Things” do filme A Noviça Rebelde.
  • Antes de dormir, Brendon ouve trabalhos de Yann Tiersen.
  • O nome da banda saiu do título de duas músicas dos Smiths, “Burn Down The Disco” e “Panic”.
  • Antes de ser “Panic! at the Disco”, a banda se chamava “Summer League”.
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Sobre Josi Vice

Moro em Recife, Pernambuco, onde nasci a 11 de outubro de 1985. Sou latino americano pós- moderno, poeta, cínico, dark, emocional e cerebral, um caranguejo com cerébro pós- Chico, um Nietzscheano sem Nietzsche, com delírios de poeta intelectualóide. Escrevo poesia desde os 15 anos. Sou fissurado em Hentai, Slipknot e Rock´n´Roll e em Literatura, Pop ou qualquer música de boa qualidade. Também adoro navegar pela net e pesquisar na web. Amo ler revistas e artigos, principalmente se for de culura. Esse cara sou eu. Nome real: Josafá César da Silva, mas prefiro Josi Vice ou Joker Vice ou César Vice. Signo: Libra Bandas e cantores preferidos: Slipknot, Beatles, Sex Pistols, Marilyn Manson, Cazuza, Legião Urbna, Elvis Presley, Silver Chair, Echo & The Bunnymen, The Cult, Southern Death Cult, Depeche Mode Poetas Preferidos: Fernando Pessoa, Camões, Marcos Henrique, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Álvares de Azevedo, Augusto dos Anjos, Allen Ginsberg Escritores favoritos: Nietzche, Machado de Assis, Paulo Coelho, Clarah Averbuck, Franz Kafka, Clarice Lispector e John Fante
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