Nine Inch Nails

Nine Inch Nails (abreviado como NIN) é uma banda de rock industrial, fundada em 1988 por Trent Reznor em Cleveland, Ohio. Reznor é o único membro oficial do Nine Inch Nails e permanece responsável sozinho por sua direção musical, sendo o princípal produtor, cantor, compositor e multi-instrumentista. A música do NIN abrange uma grande variedade de gêneros, enquanto retendo um som caracteristicamente intenso usando instrumentos e processos eletrônicos. Após gravar um novo álbum, Reznor geralmente reúne uma banda para acompanhá-lo em apresentações ao vivo; este componente ao vivo é uma entidade separada do Nine Inch Nails no estúdio de gravação. Nos palcos, NIN comumente emprega elementos visuais espetaculares para acompanhar suas performances, que frequentemente culmina com a banda destruindo instrumentos musicais.Audiências do underground receberam calorosamente o Nine Inch Nails em seus primórdios. Diversos discos altamente influentes nos anos 90 que alcançaram vasta popularidade: muitas canções do Nine Inch Nails se tornaram sucesso nas rádios, duas gravações do NIN ganharam Grammy Awards, e a banda vendeu mais do que vinte milhões de álbuns no mundo todo, com 10.5 milhões de vendas certificadas somente nos Estados Unidos. Em 2004, Rolling Stone colocou o Nine Inch Nails como 94 em sua lista de 100 maiores artistas do rock de todos os tempos. A despeito deste sucesso, a banda teve vários feudos com o lado corporativo da indústria fonográfica. Trent Reznor anunciou em 2007 que o Nine Inch Nails prosseguirá independentemente de gravadoras.

No passado, NIN lançou álbuns de estúdio não freqüentemente; álbuns ao vivo e de remixes ligaram essas fendas no catálogo da banda. Reznor cita seus problemas pessoais como causa destes atrasos, e suas canções geralmente confrontam explorações obscura do ser. O mais recente álbum do Nine Inch Nails, Year Zero, é uma exceção a natureza introspectiva de composição de Reznor e a longa gestação entre grandes lançamentos.

Em 1987, Reznor tocou teclados com uma banda de Cleveland chamada Exotic Birds, que tinham como agente John Malm Jr. Reznor e Malm se tornaram amigos, e quando Reznor deixou o Exotic Birds para trabalhar em suas próprias músicas, Malm informalmente se tornou seu agente. Reznor estava empregado na época como assistente de engenharia de som e zelador no Right Track Studios, e pediu ao dono do estúdio Bart Koster por permissão para gravar algumas demos de suas próprias canções de graça durante tempo não usado do estúdio. Koster concordou, lembrando que o custava “just a little wear on [his] tape heads”. Enquanto juntando essas, as primeiras gravações do NIN, Reznor não conseguiu encontrar uma banda que articulasse suas canções como ele queria. Ao invés, inspirado em Prince, ele tocou todos os instrumentos sozinho exceto bateria. Este papel permanece de Reznor na maior parte das gravações de estúdio da banda, apesar de ele ocasionalmente envolver outros músicos e assistentes. Em 1988, após tocar sua primeira turnê abrindo para o Skinny Puppy, as ambições de Reznor para o Nine Inch Nails eram de lançar um single de 12 polegadas em um pequeno selo europeu. Várias gravadoras responderam favoravelmente ao material da demo, e Reznor assinou com a TVT Records.] Nove seleções das demos do Right Track foram não oficialmente lançadas em 1994 como Purest Feeling; muitas destas canções apareceriam de forma revisada em Pretty Hate Machine, de 1989.

Reznor disse em 1994 que ele criou o nome “Nine Inch Nails” porque ele “abreviava facilmente”, ao invés de “qualquer significado literal”.[16] Rumores com outras explicações circularam, alegando que Reznor escolheu referenciar a crucificação de Jesus com pregos de nove polegadas, ou as unhas de nove polegadas de Freddy Krueger.

Reznor e Gary Talpas desenharam o logotipo do Nine Inch Nails, que consiste nas letras “NIN” dentro de uma margem com o segundo “N” espelhado. O logotipo apareceu pela primeira vez no vídeo de “Down in It” e foi inspirado pela tipografia de Tibor Kalman no álbum do Talking Heads, Remain in Light. Talpas, um nativo de Cleveland, continuaria a fazer o design de arte do NIN até 1997.

Pretty Hate Machine

Escrito, com arranjos feitos e tocados por Trent Reznor, o primeiro álbum do NIN Pretty Hate Machine estreou em 1989. Marcou a primeira colaboração de Reznor com Adrian Sherwood (que produziu o primeiro single “Down in It” em Londres, Inglaterra sem ter conhecido Reznor face à face)[15] e Mark “Flood” Ellis. A produção de Flood apareceria em todos os principais lançamentos do Nine Inch Nails até 1994, e Sherwood fez remixes para a banda até 2000. Reznor e seus co-produtores expandiram as demos Purest Feeling, e adicionaram os futuros singles “Head Like a Hole” e “Sin”. Michael Azerrad, da Rolling Stone, descreveu o álbum como “a força do barulho do industrial em uma moldura pop” e “música angustiante, mas grudenta”; Reznor proclamou esta combinação “um manifesto sincero” do “que estava na mente [dele] naquela época”. Após passar 113 semanas na Billboard 200, Pretty Hate Machine se tornou um dos primeiros discos independentes a obter certificação de platina.[1] MTV exibiu os vídeos para “Down in It” e “Head Like a Hole”, mas um vídeo explícito para “Sin” foi somente lançado no vídeo de 1997, Closure.

Em 1990, NIN saiu em turnê pela América do Norte como banda de abertura para artistas do rock alternativo como Peter Murphy e The Jesus and Mary Chain. Em certo ponto, Reznor começou a quebrar seu equipamento enquanto no palco; o entrevistador da Rockbeat Mike Gitter atribuiu o sucesso inicial do NIN em frente a audiências de orientação rock a esta atitude agressiva. Nine Inch Nails então embarcou numa turnê mundial que continuou através do primeiro festival Lollapalooza em 1991, onde a banda “roubou o show” dos artistas principais Jane’s Addiction apesar de vários problemas de equipamentos.[25] Após uma desastrosa recepção européia abrindo para o Guns N’ Roses, NIN retornou aos Estados Unidos no meio de pressão da TVT para produzir um sucessor mais comercial para Pretty Hate Machine. Em resposta, Reznor secretamente começou a gravar sob vários pseudônimos para evitar interferência da gravadora.

Broken

Em suas notas, Trent Reznor creditou que a influencia do tour de 1991 foi uma infuência para o “Broken” EP, com seis canções e duas faixas bonus. Reznor caracterizou a base da guitarra do EP como uma “explosão de destruição”, que é intencionalmente “a lot harder[…] than Pretty Hate Machine“.

Peter “Sleazy” Christopherson das bandas Coil and Throbbing Gristle dirigiu a performance do vídeo “Wish”, porém o clipe mais infame do EP foi “Happines in Slavery”. O vídeo foi totalmente e universalmente banido dos países por suas cenas de sangue e nudez explícita. No clípe, Bob Flanagan tira sua roupa na frente da câmera e é preso em uma maquina que o tortura, furando e cortando partes de seu corpo, terminando por matá-lo.

Reznor e Christopherson também fazem dois pequenos clipes: “Help Me I Am In Hell” e “Gave Up”. Todos os clípes fariam parte de um filme chamado Broken, que mostra a perspectiva de um assassino que rapta um jovem para torturá-lo. Mas o filme acabou não sendo lançado, apesar de produzido.

The Downward Spiral

O segundo album completo The Downward Spiral, foi lançado em 1994 e foi um dos mais vendidos nos Estados Unidos.

Influenciado por albuns de rock como Low e The Wall, The Downward Spiral mostra um grande grau de texturas e características para representar uma mentalidade extravagante e agressiva.

O album é focado em dois singles: “March of the Pigs” e “Closer“. O clipe feito para Closer, dirigido por Mark Romanek recebeu diversas modificações na MTV, por conter cenas pesadas sobre religião, bestialidade, sexualidade, loucura e horror. Algumas críticas o consideraram insano, imoral, e intragável. Uma edição para rádio tira a voz nos momentos onde a letra fica mais pesada e recebeu diversas censuras.

Outra música do album, “Hurt”, recebeu um renomado sucesso após um cover feito em 2002 por Johnny Cash. Trent Reznor gostou tanto da versão que assumiu publicamente que “a música não pertencia mais a ele”, alegando que ficou impressionado em como a arte pode influenciar as pessoas e como isso revitalizou seu interesse em escrever música.

The Fragile

The Fragile foi um álbum duplo lançado em 1999. The Fragile é o décimo-quarto lançamento oficial do Nine Inch Nails e também o seu quarto álbum de estúdio. É predecido por The Downward Spiral e é seguido por With Teeth.

O próprio álbum contém uma grande quantidade de ritmos eletrônicos, ruídos ambiente, e de guitarras pesadas. Apesar de The Fragile receber muitas críticas favoráveis, não teve o mesmo sucesso comercial que The Downward Spiral. O trabalho gráfico da capa foi realizado por David Carson.

With Teeth

O quarto álbum de estúdio do Nine Inch Nails, With Teeth, foi lançado em 2005, apesar de ter sido vazado antes de sua data de lançamento oficial. O álbum foi escrito e gravado seguindo a batalha de Reznor contra o alcoolismo e abuso de drogas e outras substâncias. Rob Sheffield, da Rolling Stone, descreveu o álbum como “clássico Nine Inch Nails”,[27] enquanto Robert Christgau criticou o álbum como “shtick”. Como The Fragile, With Teeth estreou no topo da Billboard 200. No encarte do álbum faltam as típicas letras; ele simplesmente lista o nome das músicas e co-produtores, e a URL para um pôster online em PDF com letras e créditos completos. Todo o álbum foi disponibilizado em streaming audio no MySpace oficial da banda adiantado a sua data de lançamento.

Um vídeo promocional para a canção “The Hand That Feeds” estreou no sítio do NIN em março de 2005, ao invés dos tradicionais canais de música, e Trent Reznor lançou os códigos-fonte para “The Hand that Feeds” em formato GarageBand um mês depois, permitindo fãs remixar a canção. este lançamento gerou um concurso não oficial de remixes, no qual mais de 500 remizes de fãs foram inscritos. Reznor também lançou os códigos-fonte para o segundo single do álbum, “Only”, em uma gama maior de formatos, incluindo Pro Tools e ACID Pro; fãs também foram convidados a acessar o MySpace oficial da banda para carregar os remixes, votar nos favoritos, e comentá-los em um blog. David Fincher dirigiu o vídeo para “Only” usando primariamente imagens geradas por computador. O terceiro single, “Every Day Is Exactly the Same“, foi lançado em abril de 2006 junto com um EP de remixes de With Teeth, mas um planejado vídeo da música foi reportadamente descartado em estágio de pós-produção. A canção ficou no topo das paradas 2006 year-end Hot Dance Singles Sales e Hot Digital Songs, da Billboard.

Nine Inch Nails lançou uma turnê de arenas norte-americana na primavera de 2005, com suporte do Queens of the Stone Age e Autolux. Outra banda de abertura nesta turnê, o artista hip-hop Saul Williams, subiu ao palco com o Nine Inch Nails no festival Voodoo Music Experience durante uma aparição como banda principal na cidade atingida por furacão Nova Orleans, antigo lar de Reznor. Para concluir a era With Teeth da banda, NIN completou uma turnê em anfiteatros na América do Norte no inverno de 2006, ao lado de Bauhaus, TV on the Radio, e Peaches. No final de 2006, o sítio oficial do NIN anunciou que um documentário da turnê intitulado Beside You in Time seria lançado em três formatos: DVD, HD DVD e Blu-ray.[38] Após dar um tempo para completar os trabalhos no álbum seguinte, NIN embarcou em uma turnê mundial em 2007. Trent Reznor pessoalmente convidou Ladytron para abrir para a banda na Europa, que incluiu três concertos seguidos em Lisboa, Portugal, onde pela primeira vez foram tocadas as faixas “Last“, “We’re In This Together” e a versão Still de “The Fragile”

Após sua reabilitação em 2003, Reznor demorou dois anos para voltar a lançar material novo com o álbum With Teeth, que conta com a participação de Dave Grohl na bateria. A sua banda ao vivo foi reformulada com Jeordie White (Twiggy Ramirez) no baixo, Aaron North na guitarra, Alessandro Cortini nos teclados e Jerome Dillon na bateria e partiu para uma intensa turnê mundial.

Na turnê, foram apresentadas duas novas canções ao público: “Non-Entity” e “Not So Pretty Now”. Além disso, Jerome Dillon foi afastado da banda devido a problemas cardíacos e pouco depois criou seu projeto próprio intitulado nearLY, sendo substituído por Josh Freese. Foi com essa formação que a banda participou do festival Claro Q É Rock tocando em São Paulo e Rio de Janeiro.

Year Zero

O álbum mais recente do Nine Inch Nails, Year Zero, foi lançado apenas dois anos após With Teeth. Com suas letras escritas da perspectiva de múltiplos personagens fictícios, Reznor descreveu Year Zero como um álbum conceitual criticando as políticas atuais do governo dos Estados Unidos e como elas terão impacto no mundo 15 anos no futuro. Os críticos foram geralmente favoráveis ao álbum, com uma média de 76% no MetaCritic. Robert Christgau descreveu Year Zero como “o álbum mais melodioso” de Reznor, ainda que Andrew Blackie, do PopMatters, tenha comentado que “não pode ser dito, com toda a honestidade, que a música em Year Zero é boa“.

Um alternate reality game emergiu paralelo ao conceito de Year Zero, expandindo a partir de sua linha de história. Pistas escondidas em produtos de turnê levou fãs a descobrir uma rede de sítios fictícios, partes do jogo que descrevem uma “imagem orwelliana dos Estados Unidos perto do ano 2022”. Antes do lançamento de Year Zero, canções inéditas do álbum foram encontradas em USB drives escondidos nos concertos do NIN na Europa. A participação dos fãs no alternate reality game chamou a atenção da mídia, notadamente USA Today e Billboard, que citaram o site de fãs The NIN Hotline, o fórum Echoing the Sound, o fã-clube The Spiral, e NinWiki como fontes de novas descobertas.

O primeiro single do álbum, “Survivalism”, e outras faixas de Year Zero foram lançadas como arquivos de áudio multitrack para os fãs remixarem. Uma entrada da página oficial do NIN anunciou a compilação Year Zero Remixed,que é o último lançamento do Nine Inch Nails em uma grande gravadora a partir de 20 de novembro de 2007. O álbum de remixes foi acompanhado por uma ágina interativa de remix com download de multi-track e habilidade para postar os remixes, após assuntos legais atrasarem seu lançamento.

Nine Inch Nails tem influenciado muitos novos artistas, que, de acordo com Reznor, variam de “imitações genéricas” datando do sucesso inicial do NIN a bandas mais jovens ecoando seu estilo em uma “forma mais verdadeira, menos imitativa”.[55] Seguindo o lançamento de The Downward Spiral, artistas do mainstream começaram a tomar conhecimento da influência do Nine Inch Nails: David Bowie comparou o impacto do NIN àquele do The Velvet Underground.[8] Em 1997, Reznor apareceu na lista da revista Time das pessoas mais influentes do ano, e a revista Spin o descreveu como “o artista mais vital na música”.[56] A RIAA certificou vendas de 10.5 milhões de unidades dos álbuns da banda nos Estados Unidos, que contabilizam por aproximadamente metade das vendas da banda ao redor do mundo.[6] Bob Ezrin, produtor do Kiss, Alice Cooper, Peter Gabriel e Pink Floyd, descreveu Reznor em 2007 como um “verdadeiro visionário” e aconselhou artistas aspirantes a tomar nota de sua atituda de não compromisso.[57] Durante uma rara aparição no Kerrang! Awards em Londres naquele ano, Nine Inch Nails aceitou o Kerrang! Icon, honrando a longínqua influência da banda no rock.

Performances ao vivo do Nine Inch Nails

Nine Inch Nails como uma banda ao vivo é geralmente entendida como sendo uma entidade separada de seu componente de estúdios de gravação. Ocasionalmente, ex-membros da banda são convidados a participar no processo, mas quando não diretamente envolvidos com a gravação de novo material, a formação do Nine Inch Nails tende a mudar drasticamente entre grandes turnês. Exceto por Trent Reznor permanecendo nos vocais e guitarra, nada sobre a banda ao vivo permaneceu constante desde seu princípio. Reznor citou os longos períodos de gestação entre álbuns de estúdio como parte da razão para estas freqüentes mudanças de pessoal. Começando no final de 2005, a banda ao vivo é constituída de Aaron North na guitarra, Jeordie White no baixo, Alessandro Cortini nos teclados, e Josh Freese na bateria, apesar de todos ocasionalmente tocarem com instrumentos diferentes. Esta formação excursionou a Europa, Ásia, Austrália, e América do Norte em 2007. Trent Reznor afirmou que ele acabaria com a “forma de banda de rock” de sua formação de turnê após o concerto em Honolulu, Havaí em 8 de setembro de 2007, e exploraria outros meios de tocar o material do Nine Inch Nails em turnês subseqüentes.

Discografia do Nine Inch Nails

Nine Inch Nails produziu seis principais lançamentos de estúdio. Em adição, a banda lançou numerosos álbuns de remixes, singles com extensos b-sides, e documentários de turnê. A maior parte destes são chamados de halos, um sistema de seqüência numérica que tem sido aplicado a maioria dos lançamentos oficiais do NIN.

Nine Inch Nails também gravou cinco canções especificamente para trilhas-sonoras de filmes: “Dead Souls” do Joy Division para O Corvo, “Burn” e uma versão retrabalhada de “Something I Can Never Have” para Natural Born Killers em 1994; “The Perfect Drug” para Estrada Perdida de 1997; e, em 2001, “Deep” para Lara Croft: Tomb Raider.[62] Outras músicas de filmes, como “You Know What You Are?” para a trilha-sonora de Doom, de Clint Mansell, constituem remixes do catálogo oficial da banda por outros artistas. O próprio Reznor remixou várias canções de outros artistas, mas somente poucas são creditadas ao NIN. A música original do jogo eletrônico Quake é creditada a “Trent Reznor and Nine Inch Nails”; a banda ajudou a gravar efeitos sonoros para Quake e o logotipo do NIN também aparece em caixas de munição no jogo.

Reznor comentou que ele gostaria de lançar edições remasterizadas de Pretty Hate Machine, Broken/Fixed, e The Fragile como feito com o relançamento de The Downward Spiral, em seu décimo aniversário. Uma versão em DVD deluxe com dois discos de Closure foi entregue a Interscope Records em 2004, mas desde então foi atrasada indefinidamente. Ambos os discos apareceram nas redes BitTorrent em dezembro de 2006.

Trent Reznor é um crítico franco da indústria da música, particularmente a influência corporativa em sua liberdade artística. Como resultado, Nine Inch Nails já se chocou com diversas corporações, culminando em uma decisão de proceder como agente independente de qualquer contrato com gravadoras.

No começo dos anos 90, Nine Inch Nails foi envolvido em uma rixa muito noticiada com a TVT Records, a primeira gravadora a assinar com a banda. Reznor se opôs a tentativa de interferência da gravadora com sua propriedade intelectual. Por fim, eles entraram em um empreendimento conjunto com a Interscope Records no qual Reznor cedeu uma porção de seus direitos de divulgação a TVT Music em troca da liberdade de ter sua própria marca Nothing Records. Em 2005, Reznor processou seu antigo amigo e empresário John Malm Jr., co-fundador da Nothing, por fraude, quebra de contrato e dever fiduciário, entre outras alegações. A relação deles foi formalmente agravada em um tribunal de Nova York, com danos conferidos a Reznor ultrapassando três milhões de dólares.

Prêmios do Nine Inch Nails

Certificados da RIAA

Estas estatísticas foram compiladas do banco de dados online da RIAA

  • Pretty Hate Machine – Disco de Platina Triplo (12 de maio de 2003)
  • Broken – Disco de Platina (18 de dezembro de 1992)
  • The Downward Spiral – Disco de Platina Quádruplo (28 de outubro de 1998)
  • Further Down the Spiral – Disco de Ouro (26 de junho de 1996)
  • The Fragile – Disco de Platina Duplo (4 de janeiro de 2000)
  • With Teeth – Disco de Ouro (6 de julho de 2005)
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Sobre Josi Vice

Moro em Recife, Pernambuco, onde nasci a 11 de outubro de 1985. Sou latino americano pós- moderno, poeta, cínico, dark, emocional e cerebral, um caranguejo com cerébro pós- Chico, um Nietzscheano sem Nietzsche, com delírios de poeta intelectualóide. Escrevo poesia desde os 15 anos. Sou fissurado em Hentai, Slipknot e Rock´n´Roll e em Literatura, Pop ou qualquer música de boa qualidade. Também adoro navegar pela net e pesquisar na web. Amo ler revistas e artigos, principalmente se for de culura. Esse cara sou eu. Nome real: Josafá César da Silva, mas prefiro Josi Vice ou Joker Vice ou César Vice. Signo: Libra Bandas e cantores preferidos: Slipknot, Beatles, Sex Pistols, Marilyn Manson, Cazuza, Legião Urbna, Elvis Presley, Silver Chair, Echo & The Bunnymen, The Cult, Southern Death Cult, Depeche Mode Poetas Preferidos: Fernando Pessoa, Camões, Marcos Henrique, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Álvares de Azevedo, Augusto dos Anjos, Allen Ginsberg Escritores favoritos: Nietzche, Machado de Assis, Paulo Coelho, Clarah Averbuck, Franz Kafka, Clarice Lispector e John Fante
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