Jefferson Airplane

Jefferson Airplane foi uma banda estado-unidense de rock psicadélico formada em São Francisco no verão de 1965, uma pioneira do movimento musical psicodélico. Várias encarnações posteriores do grupo original continuaram a tocar sob nomes diferentes, um reflexo do passar dos anos e da formação da banda. Foram eles Jefferson Starship, mais tarde somente Starship e posteriormente Jefferson Starship The Next Generation.

Suas canções mais famosas como Jefferson Aiplane são “Somebody To Love”, de 1966, “White Rabbit”, de 1967; como Starship são “Sara”, de 1985, e “Nothing’s Gonna Stop Us Now”, de 1987.

A banda foi formada na costa oeste dos Estados Unidos durante o verão de 1965 no que foi posteriormente considerado o estouro da cena folk de São Francisco. O cantor Marty Balin reuniu-se com o músico folk Paul Kantner, o guitarrista de blues Jorma Kaukonen, a vocalista de jazz e folk Signe Toly Anderson, o baterista Jerry Peloquin e o baixista Bob Harvey. A inspiração do grupo eram bandas como The Beatles, The Byrds e The Lovin’ Spoonful.

Sua primeira aparição pública foi em 13 de agosto de 1965, no clube The Matrix em São Francisco. Peloquin era um músico experiente, cuja rejeição ao uso de drogas por parte dos outros membros da banda acabou o tirando da banda logo algumas semanas após o início do grupo. Skip Spence então o substituiu na bateria. A banda gradualmente desenvolveu um som mais elétrico que levou à substituição de Harvey por um amigo de infância de Kaukonen, Jack Casady, em outubro de 1965. No mesmo ano assinaram com a RCA Victor e gravaram o álbum lançado no ano seguinte, Jefferson Airplane Takes Off, bastante inspirado pela música folk.

No ano seguinte Spence foi substituído pelo baterista de jazz Spencer Dryden, e Anderson deu lugar à cantora Grace Slick, anteriormente do grupo The Great Society, também de São Francisco. Slick trouxe à banda sua poderosa voz contralto, bem combinado coma música psicadélica do grupo, como evidenciado em canções como “White Rabbit” (de sua autoria) e “Somebody to Love” (autoria de Darby Slick, do The Great Society).

A transição para a notoriedade nacional começou com a aparição no Festival Pop de Monterey em junho de 1967. O festival levou bandas de diferentes cenas incluindo Nova Iorque, São Francisco, Los Angeles e Reino Unido, e a cobertura da televisão deu exposição internacional aos grupos. Tais bandas também participaram em diversos programas de televisão, como o The Ed Sullivan Show. A famosa aparição do Jefferson Airplane no programa televisivo de Ed Sullivan apresentando “White Rabbit” é notável pelo uso pioneiro do chroma key para simular a iluminação psicodélica das apresentações ao vivo da banda.

O grupo se manteve estável até 1970, tendo gravado mais cinco álbuns. O primeiro deles, Surrealistic Pillow (1967), incluía as canções clássicas “White Rabbit” (inspirada pela droga LSD, extremamente popular em São Francisco, em Bolero de Maurice Ravel e Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll) e “Somebody to Love”. O nome do álbum foi sugerido por um dos produtores do álbum, Jerry Garcia, que mencionou que, de forma geral, o álbum era tão surrealista quanto um travesseiro. Garcia foi listado nos créditos do álbum como conselheiro espiritual.

Ainda em 1967, a banda mergulhou no acid rock com o álbum After Bathing at Baxter’s, que continha grandes suites, demonstrando a qualidade de grupo com o rock psicodélico. Crown of Creation (1968) foi um álbum transitório, mais estruturado que o anterior. Inclui a canção “Lather” de Grace Slick, especulada ser para o baterista Spencer Dryden, com o qual supostamente teria um caso. No mesmo ano, o Jefferson Airplane lançou Bless Its Pointed Little Head, registrando uma apresentação ao vivo no The Fillmore. Em 1969 lançaram Volunteers, um álbum mais político, com destaque para as canções “We Can Be Together”, “Good Shepherd” e “Wooden Ships”. Esta última, que Paul Kartner escreveu juntamente com David Crosby e Stephen Stills, foi gravada tanto pelo Jefferson Airplane quanto por Crosby, Stills & Nash. Como ambas as bandas lançaram a canção no mesmo ano e foi escrita por membros de ambas as bandas, ambas as versões são consideradas como originais.

A banda se apresentou no Festival Woodstock em agosto de 1969. Em dezembro do mesmo ano apresentaram-se no concerto na estrada de Altamont na Califórnia. O concerto, liderado pelos The Rolling Stones, foi marcado pela forte violência, como o incidente Gimme Shelter, que levou à morte do adolescente negro Meredith Hunter, fatalmente agredido em frente ao palco pelos Hell Angels (que haviam sido contratados como seguranças) sob alegação de ter sacado um revólver durante a apresentação dos Stones.

Apesar da banda ter lançado seu maior álbum de compilação em 1970, The Worst of Jefferson Airplane, suas únicas novas canção naquele ano foram disponibilizadas no compacto Mexico. O lado A contava com críticas ao presidente Richard Nixon e suas ações para combater a entrada de maconha nos Estados Unidos. O lado B marcou o início de uma obsessão de Paul Kartner pela ficção científica, que ele iria explorar pelo resto da década.

Balin decidiu deixar a banda logo após o lançamento do compacto. Logo após Kantner e Slick demitiram Dryden do grupo. Lançaram então Bark em 1971 e Long John Silver em 1972. Ambos os álbuns foram lançados pelo selo da própria banda, Grunt, que continuou a ser distribuído pela RCA. O grupo substituiu Dryden por Joey Covington (que já havia participado no vocal do compacto Pretty as You Feel, de Bark). O legendário violinista Papa John Creach também reuniu à banda no início da década de 1970.

Durante esse tempo, Kaukonen e Casady começaram o projeto paralelo Hot Tuna, uma exploração do blues tradicional. Lançaram o álbum acústico Hot Tuna em 1970, e o elétrico First Pull Up-Then Pull Down no ano seguinte. Com o tempo, os dois músicos passaram a se dedicam mais ao novo projeto que ao Jefferson Airplane. Na canção “Third Week In The Chelsea” de Bark, Kaukonen detalha seus pensamentos em deixar a banda.

O segundo álbum ao vivo da banda foi Thirty Seconds Over Winterland (1973), e é lembrado por sua capa, um esquadrão de torradeiras voadoras. Em 1974, uma coleção de material restante foi lançado como Early Flight, o último álbum oficial do Jefferson Airplane.

 

 Jefferson Starship

Durante o período de transição no início dos anos 1970, Paul Kantner gravou Blows Against the Empire, um álbum conceitual contando com a presença de um grupo de músicos o qual ele chamou Jefferson Starship. Essa formação incluia músicos das bandas Crosby, Stills, Nash & Young (David Crosby e Graham Nash), Grateful Dead (Jerry Garcia, Bill Kreutzman e Mickey Hart) e outros remanescentes do Jefferson Airplane (Slick, Convigton e Casady). Em Blows Against the Empire, Kantner e Slick cantaram sobre um grupo de pessoas escapando da terra em uma espaçonave seqüestrada.

Kantner e Slick (com um grupo similar de músicos, mas sem os direitos autorais de Jefferson Starship) lançaram os álbuns Sunfighter (lançado em 1971 para celebrar o nascimento da China) e Baron von Tollbooth & The Chrome Nun (lançado em 1973). Ainda em 1973, Slick lançou Manhole, seu primeiro álbum solo.

Kantner é creditado pela descoberta do guitarrista adolescente Craig Chaquico durante essa época, que apareceu em Sunfighter e em outros trabalhos com Kantner e Slick. Posteriormente, Craig embarcou em careira solo de jazz.

Em 1973, com Kaukonen e Casady devotados ao Hot Tuna, os músicos da nova formação do Airplane reformularam-se como Jefferson Starship, em 1974. Kantner, Slick e Freiberg membros oficiais. A formação ainda incluía o baterista John Barbata, o violinista Papa John Creach (que já havia tocado com o Hot Tuna), Pete Sears e o guitarrista Craig Chaquico. Balin se juntou à banda durante as gravações do primeiro álbum, Dragon Fly. Sua única contribuição a essa nova fase foi na balada “Caroline”, se mantendo com o grupo até o final da década. Essa formação se mostrou a mais bem sucedida da banda comercialmente, apesar de alguns dos fãs da bandas estarem infelizes com a nova direção da banda. A sofisticada balada “Miracles” de Balin, do álbum Red Octopus (1975) atingiu disco de platina. Os sucessores Spitfire (1976) e Earth (1978) também foram muito bem sucedidos.

O problema de alcoolismo de Slick tornou-se um problema para a banda, o que levou a duas noites desastrosas em concertos na Alemanha em 1978. Na primeira noite os fãs se revoltaram por Slick não ter conseguido se apresentar. Na noite seguinte, completamente bêbada, Slick chocou a audiência profanando e fazendo referências sexuais na maioria de suas canções. Ela ainda lembrou o público que seu país havia perdido a Segunda Guerra Mundial, perguntando repetidamente “Quem ganhou a guerra?”, responsabilizando todos os alemães pelas atrocidades da guerra. Após esses ocorridos ela deixou a banda.

No final de 1978, agora sem Grace Slick, o Jefferson Stairship gravou Light the Sky on Fire para o seu álbum de compilações Gold. O álbum, que mostrava o trabalho da banda de 1974 à 1978, foi lançado no ano seguinte. Logo após o lançamento Balin deixou o grupo, sendo substituído pelo vocalista Mickey Thomas. O som de falsettos do novo vocalista levou o som da banda ao hard rock, levando a comparações com a banda Journey, o que foi potencializado pelo fato do antigo baterista do Journey, Aynsley Dunbar, ter substituido Barbata, que havia se envolvido em um acidente de carro.

Após o lançamento de 1979 Freedom at Point Zero (que lançou o grande hit “Jane”), Grace Slick voltou à banda, a tempo de contribuir com uma canção, “Stranger”, no próximo álbum do grupo, Modern Times (1981). O álbum ainda contava com “Stairway to Cleveland”, no qual a banda defende as inúmeras mudanças ocorridas em seu estilo musical, pessoal e até do nome. Slick se manteve com o grupo em seus últimos dois álbuns, Winds of Change (1982) e Nuclear Furniture (1984). Nessa época a banda começou a abraçar a era do rock pela televisão. Grace Slick apareceu frequentemente na MTV e programas de música como Solid Gold, dando à banda grande visibilidade na era MTV. Apesar disso, os dois últimos álbuns do Jefferson Stairship tiveram sucesso modesto.

 

 Starship

 Em 1984, Kantner (o último membro remanescente da fundação do Jefferson Airplane) deixou a banda, mas não antes de tomas ações legais sobre o nome Jefferson contra os outros membros da banda, que gostariam de continuar com o nome Jefferson Stairship. Kantner ganhou a ação, e o nome da banda teve que ser reduzido para apenas Starship, marcando sua terceira encarnação. Freiberg, que estava bastante marginalizado, deixou a banda da mesma maneira.

No ano seguinte o Starship lançou Knee Deep in the Hoopla, que contava com grandes hits de topo de parada como “We Built This City” e “Sara”. Nenhuma outra canção do Jefferson Airplane ou Jefferson Stairship havia atingido o topo das paradas anteriormente. O álbum, que atingiu disco de platina, ainda lançou outros dois singles Tomorrow Doesn’t Matter Tonight e Before I Go.

Em 1987, “Nothing’s Gonna Stop Us Now” estava presente no filme Mannequin, apesar de somente Slick, Thomas e Chaquico aparecerem no longa. A canção, feita por Slick, a tornou a cantora mais idosa a cantar um topo de parada da Billboard, aos 47 anos. O recorde foi mantido até 1999, quando Cher estourou com “Believe” aos 53 anos. No ano seguinte, a canção “Wild Again” foi utilizada no filme Cocktail.

Na época do lançamento do álbum No Protection, o baixista Pete Sears deixou a banda, e em 1988 Grace Slick fez o mesmo. Ela estava descontente com a nova imagem pop do banda, jurando nunca mais se apresentar com eles novamente. A nova formação lançou Love Among the Cannibals em 1989, mas acabaram terminando o Starship no ano seguinte.

Em novembro de 2007, a canção “We Built this City” foi escolhida como a pior de todos os tempos pela revista de rock americana Blender

 As carreiras solos e participações em outras bandas se tornaram a rotina dos ex-integrantes. Em 1981, Marty Balin lançou um álbum solo homônimo, que contava com o hit “Hearts”. Em contraste de seu rock revolucionário nos tempos do Jefferson Airplane, “Hearts” se mostrou um balada pop sem conteúdo.

Em 1985, após sua saída do Jefferson Starship, Paul Kantner se reuniu com Balin e Jack Casady para formar o KBC Band, lançando somente um álbum homônimo. A banda ainda contava com o tecladista Tim Gorman (que já havia tocado com o The Who) e o guitarrista Slick Aguilar (que já havia tocado com a banda de David Crosby).

Com a reunião de Kantner com Balin e Casady, a KBC Band abriu portas para uma reunião completa do Jefferson Airplane. Em 1989, durante uma apresentação solo em São Francisco, Paul Kantner se reuniu com Grace Slick e dois outros ex-membros do Airplane para uma rápida aparição. Isso levou a uma reunião formal da banda, contando com quase todos os membros originals, como Balin, mas sem Spencer Dryden. Um álbum homônimo foi lançado pela Columbia Records com vendas modestas. A turnê seguinte foi muito bem sucedida, mas a reunião durou pouco.

Atualmente existem duas versões do Jefferson Starship: uma oficialmente chamda Starship featuring Mickey Thomas, e o Jefferson Starship (também chamado Jefferson Starship: The Next Generation ou ainda Jefferson Starship-TNG) com Kantner e Balin como líderes, e Diana Mangano substituindo Grace Slick como cantora. Essa última banda se apresenta frequentemente em concertos. Um 2005, o baixista David Freiberg reuniu-se com o grupo para a turnê Jefferson Family Galactic Reunion, e continuou em turnê com a banda pelo ano seguinte. Mangano é uma vocalista bastante expressiva e eficiente, o que captura o espírito original do Airplane. A formação atual ainda conta com o ex-tecladista do The Grateful Dead Tom Constanten.

Jorma Kaukonen ainda se apresenta em turnês, frequentemente tocando por mais de cem apresentações acústicas solo por ano em casas noturnas dos Estados Unidos. Ocasinalmente Jack Casady o acompanha, se apresentando então sob o nome Hot Tuna.

Integrantes em negrito indicam a formação original do Jefferson Airplane.

Jefferson Airplane
  • Marty Balin – vocal (1965-1970; 1974-1978)
  • Paul Kantner – guitarra (1965-1984)
  • Signe Toly Anderson – vocal (1965-1966)
  • Jerry Peloquin – bateria (1965)
  • Bob Harvey – baixo (1965)
  • Jorma Kaukonen – guitarra e vocal
  • Skip Spence – bateria (1965-1966)
  • Jack Casady – baixo (1965-1970)
  • Spencer Dryden – bateria (1966-1970)
  • Grace Slick – vocal (1966-1978; 1980-1988)
  • Joey Covington – bateria (1970-1974)
  • Papa John Creach – violino (1971-1990)
Jefferson Starship
  • John Barbata – bateria (1974-1990)
  • Pete Sears – baixo (1974-1987)
  • Craig Chaquico – guitarra (1974-1990)
  • Mickey Thomes – vocal (1978-1990)
  • Aynsley Dunbar – bateria (1978)

Albuns

Jefferson Airplane
  • Jefferson Airplane Takes Off (1966)
  • Surrealistic Pillow (1967)
  • After Bathing at Baxter’s (1967)
  • Crown of Creation (1968)
  • Volunteers (1969)
  • Bless Its Pointed Little Head (1969) (ao vivo)
  • The Worst of Jefferson Airplane (1970)
  • Bark (1971)
  • Long John Silver (1972)
  • Thirty Seconds Over Winterland (1973) (ao vivo)
  • Early Flight (1974) (compilação de compactos, lados B e outras faixas)
  • Flight Log, 1966-1976 (1977) (compilação, inclui faixas do Jefferson Starship, Hot Tuna, e canções solo)
  • Time Machine (1984) (compilação)
  • 2400 Fulton Street (1987) (compilação)
  • Jefferson Airplane (1989)
  • White Rabbit & Other Hits (1990) (compilação)
  • Jefferson Airplane Loves You (1991) (caixa com três CDs)
  • The Best of Jefferson Airplane (1993) (compilação)
  • Live at the Monterey Festival (1995) (gravação ao vivo da apresentação no Festival Pop de Monterey)
  • Journey: The Best of Jefferson Airplane (1996) (compilação)
  • Live at the Fillmore East (1998) (gravação ao vivo de 1968 da apresentação no Fillmore East em Nova Iorque)
  • The Roar of Jefferson Airplane (2001) (compilação)
  • Platinium & Gold Collection (2003) (compilação)
  • The Essential Jefferson Airplane (2005) (compilação)
Paul Kantner and the Jefferson Starship
  • Blows Against The Empire (1970)
Jefferson Starship
  • Dragon Fly (1974)
  • Red Octopus (1975)
  • Spitfire (1976)
  • Earth (1978)
  • Freedom at Point Zero (1979)
  • Gold (1979) (compilação)
  • Modern Times (1981)
  • Winds of Change (1982)
  • Nuclear Furniture (1984)
  • Jefferson Starship at Their Best (1993) (compilação)
Starship
  • Knee Deep in the Hoopla (1985)
  • No Protection (1987)
  • Love Among the Cannibals (1989)
  • Greatest Hits (Ten Years and Change 1979-1991) (1991) (compilação, inclui também trilhas de Jefferson Starship)
  • The Best of Starship (1993)
Jefferson Stairship: The Next Generation
  • Deep Space/Virgin Sky (1995) (ao vivo)
  • Miracles (1995) (ao vivo)
  • Windows of Heaven (1999)
  • Greatest Hits: Live at the Fillmore (1999) (ao vivo)
  • Across the Sea of Suns (2001) (ao vivo)
  • Extended Versions (2000) (ao vivo)
  • Across the Sea of Suns (2001) (ao vivo)

Sobre Josi Vice

Moro em Recife, Pernambuco, onde nasci a 11 de outubro de 1985. Sou latino americano pós- moderno, poeta, cínico, dark, emocional e cerebral, um caranguejo com cerébro pós- Chico, um Nietzscheano sem Nietzsche, com delírios de poeta intelectualóide. Escrevo poesia desde os 15 anos. Sou fissurado em Hentai, Slipknot e Rock´n´Roll e em Literatura, Pop ou qualquer música de boa qualidade. Também adoro navegar pela net e pesquisar na web. Amo ler revistas e artigos, principalmente se for de culura. Esse cara sou eu. Nome real: Josafá César da Silva, mas prefiro Josi Vice ou Joker Vice ou César Vice. Signo: Libra Bandas e cantores preferidos: Slipknot, Beatles, Sex Pistols, Marilyn Manson, Cazuza, Legião Urbna, Elvis Presley, Silver Chair, Echo & The Bunnymen, The Cult, Southern Death Cult, Depeche Mode Poetas Preferidos: Fernando Pessoa, Camões, Marcos Henrique, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Álvares de Azevedo, Augusto dos Anjos, Allen Ginsberg Escritores favoritos: Nietzche, Machado de Assis, Paulo Coelho, Clarah Averbuck, Franz Kafka, Clarice Lispector e John Fante
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