Fresno por eles mesmos

Lucas Silveira – 22 – faculdade de Publicidade e Propaganda na UFRGS trancada desde o ano passado. Já tive vários projetos aos quais nunca me dediquei muito, mas não vivo sem eles.
Gustavo Mantovani – 23 – Formado em Estatística pela UFRGS.
Pedro Cupertino – 23 – cursando Ciência da Computação na PUC
Bruno Teixeira – 23 – Cursando Direito na UFRGS e ainda trabalhando na Justiça de Guaíba (região metropolitana de Porto Alegre).

 

Lucas Silveira – Anberlin, Copeland, Mae * Nação Zumbi, Dead Fish, Pitty * Noção de Nada, Abril e Forgotten Boys.
Gustavo Mantovani – No Use For a Name, The Ataris, Adam Richman * Bidê ou Balde, Reação em Cadeia, Forfun * Rivets e Opallas.
Pedro Cupertino – Hot Water Music, Cursive, Pedro The Lion * Cachorro Grande, Bidê ou Balde * Noção de Nada, Hurtmold e Polara
Bruno Teixeira – Jack Johnson, Beatles, The Ataris * Paralamos do Sucesso, NxZero, Forfun * Iupi, Switch Stance e Square.

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A gente procura fazer com que a música seja nosso único atrativo, a gente não enche os discos com fotos da nossa cara, e também não temos histórias inacreditáveis pra contar. Somos uma banda que faz ama o que faz, enfim, aqueles clichês.

Na verdade é um nome com tantas acepções que na verdade ele não revela significado nenhum. É o nome de um Rio, uma Cidade e uma Árvore. E foi isso que inspirou a gente pra batizar nosso segundo disco de “O Rio, A Cidade, A Árvore”.

Na verdade, a Terapia Records foi uma solução para a distribuição e divulgação deficientes que a gente tinha. Adoraríamos continuar independentes, mas precisávamos ter o nosso CD nas prateleiras das lojas, aparecer um pouco mais na mídia. Sempre tivemos muitas notícias, mas elas não apareciam nos jornais, enfim, precisávamos ter esse apoio maior, essa estrutura de banda grande. Foi aí que o nosso empresário se juntou com uns sócios e fundou a Terapia, que, numa parceria com a Trama (Distribuidora Independente), está levando nosso CD a todo lugar possível e imaginável.

Quando se é underground, se é underground em qualquer lugar. Pra entrar nesse circuito de shows do interior é preciso ter uma rotação bem grande pelas rádios, e a gente só conseguiu isso a partir do ano passado. Porém, muito antes disso a gente já saía em tour pelo Brasil. A gente sempre foi atrás do nosso público, sempre fizemos o possível para chegar a todos os lugares com o mínimo de prejuízo possível. Hoje em dia a gente está morando em São Paulo justamente pra facilitar as turnês, pois saindo de lá a gente economiza bastante com transporte. A gente só volta pro Sul quando tem show lá, mesmo. E como, felizmente, estão rolando muitos shows no Sul, a gente acaba vivendo divididos entre Porto Alegre e São Paulo.

Qual a diferença entre fazer sucesso na Internet e no “mundo real”, se hoje em dia as pessoas “reais” passam cada vez mais tempo na Internet? Como eu disse na resposta anterior, a gente vai onde o público está. E se banda sólida é aquela que faz muitos shows, acho que a gente se encaixa nesse grupo, visto que nossa divulgação virtual das músicas nos rendeu cerca de 300 shows. E a gente encara o MP3 como um complemento, como uma amostra do nosso trabalho. Quem gostar dessa amostra vai comprar o disco assim que possível. Caso essa pessoa não goste de comprar discos, ela vai ao show, vai comprar merchandise, enfim, de alguma forma ela vai estar nos ajudando.

Assim como tem gente que paga pra ir ao nosso show, a gente recebe por isso, afinal somos o motivo de essas pessoas estarem pagando. Tocar de graça é uma coisa que acontece no começo pra qualquer banda, é um investimento que a gente faz para tornar a banda conhecida, pra divulgar um trabalho novo. Mas o artista tem que saber dar valor a sua arte. Essa transição pro mainstream é lenta e gradual. A maioria dos nossos shows ainda é feita em pequenos lugares, muitos deles inclusive não têm boas condições para abrigar um show de rock, mas o que importa é que as pessoas vão lá pra assistir a gente. Se o público for intenso e estiver lá pra cantar com a gente, não importa se estamos tocando no Credicard Hall ou no Hangar 110.

Na verdade esses festivais não podem ser encarados como única fonte de renda jamais, até porque, por serem uma vitrine enorme para a banda, por oferecerem uma divulgação muito boa, muitos deles pagam apenas o custo técnico do show, e ás vezes nem isso. É um investimento. Mas essa divulgação toda rende convites para muitos outros shows. Uma coisa leva à outra.

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Sobre Josi Vice

Moro em Recife, Pernambuco, onde nasci a 11 de outubro de 1985. Sou latino americano pós- moderno, poeta, cínico, dark, emocional e cerebral, um caranguejo com cerébro pós- Chico, um Nietzscheano sem Nietzsche, com delírios de poeta intelectualóide. Escrevo poesia desde os 15 anos. Sou fissurado em Hentai, Slipknot e Rock´n´Roll e em Literatura, Pop ou qualquer música de boa qualidade. Também adoro navegar pela net e pesquisar na web. Amo ler revistas e artigos, principalmente se for de culura. Esse cara sou eu. Nome real: Josafá César da Silva, mas prefiro Josi Vice ou Joker Vice ou César Vice. Signo: Libra Bandas e cantores preferidos: Slipknot, Beatles, Sex Pistols, Marilyn Manson, Cazuza, Legião Urbna, Elvis Presley, Silver Chair, Echo & The Bunnymen, The Cult, Southern Death Cult, Depeche Mode Poetas Preferidos: Fernando Pessoa, Camões, Marcos Henrique, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Álvares de Azevedo, Augusto dos Anjos, Allen Ginsberg Escritores favoritos: Nietzche, Machado de Assis, Paulo Coelho, Clarah Averbuck, Franz Kafka, Clarice Lispector e John Fante
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2 respostas para Fresno por eles mesmos

  1. Ariiana ChausSê disse:

    Simplismente amoo a banda acompanho desde o primeiiro suceso q se naum me engano foi A musiica POLO adoro d+ essa musiica ii amo d+ todos o entregante adoriie saber como tudo começouu Minha musica favorita eh EVAPORAR essa musica define minha vidaa adoro o ritiimo os tokii Tudo naum sou Rockeiira nein Emo mais curto d+ a banda ee torçoo muito pra Eles darein certoo quando ouvirr Uma musica ein malhaçaoo tive certeza q vC iião bombar Espero ter aa oportunidade de Ir ao show de vCs mais minha Cidade naum da muiito valorr a esse estilo de musiica mais ainda vou curtii xarar ii gritar muiito ein um show de vcs Bjin de uma surper fãa !

  2. Bia disse:

    Ainda bem que eu curto música O.O

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