Placebo

Placebo

PLACEBO


O primeiro álbum do Placebo foi gravado em Dublin, durante a primavera de 1996. As 10 músicas do álbum foram praticamente todas sobre sexo. As músicas de trabalho foram “36 Degreess” e “Teenage Angst”. Antes da turnê pela Europa (30 países), já prevista, Steve entra na banda, e só então a primeira turnê acontece. Tal turnê projetou muito o PLACEBO, mas o apse do sucesso aconteceu em janeiro de 1997, com o single “Nancy Boy”, que ocupou o quarto lugar nas paradas inglesas.
No mesmo mês da consagração, Placebo foi convidado para tocar no Madison Square Garden, em Nova Iorque, para comemorar o aniversário de David Bowie.
A banda já havia então, conquistado sua independência, suportando sua própria turnê pela Europa, fascinando o público do London’s Brixton Academy, depois de abrir para o U2 em muitas datas do Popmart European.
O primeiro álbum, PLACEBO, ganhou diversas versões para Raves e Pistas de dança, conquistando fãs em muitos países. A “multi-nacionalidade” dos integrantes se fez presente na música da banda, – Brian nasceu na Bélgica e foi criado em Luxemburgo por seu pai escocês e sua mãe americana, – Steve é inglês, e Stefan é sueco.

banda placebo

WITHOUT YOU I’M NOTHING

A banda começou a se desgastar com o público devido aos hábitos pouco convencionais de Brian, que era conhecido como “androgynous girlboy”, usava vestido e é assumidamente bissexual, e também pela fama de uso de muitas drogas durante os shows. Tornou-se uma constante a confirmação pela impressa que eles são gays, mas segundo os próprios componentes, Stefan é gay, Brian bissexual e Steve heterossexual.
Brian chegou a ter sua casa invadida por repórteres e ficou muito chateado com o fato. Por isso resolveu sumir, literalmente, por duas semanas. Foi quando Brian teve uma overdose e teve de ficar um mês no hospital. Isso gerou mais polêmica. Apesar do rebuliço, Brian alegou que não devia satisfação sobre sua vida e que o que importava era a sua música. Dizem que Brian não estava acostumado com a fama e que o fato de ter de se privar de sua liberdade o fez entrar em depressão.
Toda essa discussão só aumentou a expectativa pelo segundo álbum, e eles não decepcionaram quando “Without You I’m Nothing” foi lançado, em 1998 (pela Caroline Records, nos EUA). Um número fantástico de singles foram juntamente lançados, e um sucesso atrás do outro. Placebo continuou a excursionar pelo mundo, o que fez aumentar sua popularidade.
O estilo épico das músicas havia mudado, talvez, e bem obviamente devido ao estado de espírito de Brian. Tons de melancolia, paixão gótica, depressão, assiduidade, solidão, são extremamente presentes nas músicas de Without You I’m Nothing. Estas características deram ao Placebo, uma identidade singular em meio de um largo grupo de bandas do gênero, e assim, a banda veio a se destacar como um estilo musical, e não mais uma influência de certo estilo.
No final de agosto de 1998, é lançado o primeiro single do segundo álbum, Pure Morning, que chegou a ser número dois nas paradas inglesas. O sucesso foi tanto, que David Bowie, mais uma vez se mostrando ser fã de Placebo, convidou Brian para fazer um dueto com ele num show, em Without You I’m Nothing. Brian ficou lisonjeado e aceitou.
Para o privilégio dos franceses, a banda lançou uma versão francesa de Burger Queen, no dia 23 de novembro, antes de começar a gravar o terceiro álbum.

brian molko

BLACK MARKET MUSIC

Depois da longa turnê do álbum Without You I’m Nothing, Brian Molko passou um bom tempo sozinho em sua casa na Suécia. E em julho de 2000, Molko voltou com novo visual, que aliás, agradou a mídia e esta, por sua vez, publicou em várias reportagens: “The MAN is back”.
“Taste In Man” foi o primeiro single do tão esperado terceiro álbum, gravado em Londres, com Paul Corkett (foi também quem produziu o segundo álbum).
Muitos especulavam sobre como seria o novo trabalho, se seria tão bom quanto o segundo, ou se teria um som diferente, etc, já que Brian havia prometido algo “nada convencional”.
10 de outubro de 2000 foi quando “Black Market Music” foi lançado. Não havia muito de diferente em “Black Market Music”, por isso, o máximo que aconteceu foi o fato de mais fãs aderirem a Placebo.
A banda, mais uma vez, fez uma longa turnê pela Europa, EUA, Canadá, alguns países do Oriente Médio e Austrália, o que marcou um era de conquista de um novo público.
Em outubro de 2001, Placebo encerra a turnê com um resultado brilhante e é titulada como a banda dos “intelectuais obscuros”.

SLEEPING WITH GHOSTS

Em 2003, já então vistos como ícone de singularidade musical, Placebo se vê numa posição confortável, sem ter que se preocupar muito com a aceitação de seu trabalho perante a mídia.
Brian Molko mudou radicalmente seu visual, cortando seu cabelo e suavizado o antes, “heavy make up”.
´´Sou adepto ao androginismo desde a adolescência. O fato de eu ter cortado o meu cabelo não significa que deixei de lado minha concepção nata.“, diz Brian.
Com toda essa confiança, mudanças e sucesso, Placebo lança o quarto álbum, “Sleeping With Ghosts” (2003), que muito fala, implicitamente, de amor, nos mais variados ângulos e situações.
O sucesso foi fato, aliás, este é o maior sucesso de Placebo desde o início da banda, em 1994. Várias músicas deste álbum se tornaram destaques nas paradas européias.
O sucesso desse álbum fez com que Placebo produzisse e lançasse em 2004 um DVD para consagrar a bela fase que a banda passa atualmente. Intitulado “Soulmates Never Die” (frase que se tornou uma marca da banda entre os fãs) o DVD conta com uma apresentação gravada ao vivo em Paris no ano de 2003. Um show sem precendentes na história da banda, capaz de provocar lágrimas até nos olhos dos fãs mais recatados do Placebo.
Junto com o show, o DVD mostra um documentário exclusivo da então atual turnê do Placebo, além de cenas escondidas (Easter Eggs) inéditas.

placebo band

ONCE MORE WITH FEELING

“Once More With Feeling” veio em 2004 para comemorar 10 anos de Placebo. É uma coletânea com os melhores singles da banda e foi lançado junto com um DVD de clipes desses singles que fizeram e ainda fazem do Placebo uma das melhores banda já surgidas no cenário mundial do Rock Alternativo.
Além dos singles, a coletânea vem com duas músicas inéditas e com uma temática um pouco diferente daquilo que os fãs de Placebo estão acostumados. São músicas mais voltadas para o lado bom dos sentimentos. Junto com tudo isso a coletânea ainda traz uma versão em francês para Protect Me From What I Want entitulada Protège-Moi.

placebo banda

THE BITTER END

“O segredo da nossa fórmula é justamente o fato de que a gente não segue uma fórmula. Temos a liberdade de criar o que nos vem à tona, o que nos é real e o que nos representa. Não somos uma pessoa só a vida inteira. A gente amadurece. Então, Placebo amadurece. Acho que chegamos à fase adulta da banda e eu estou muito feliz com o que Placebo se tornou.”, diz Brian Molko.
É notória a influencia de cada integrante em cada música. Steve e Stefan têm uma musicalidade ímpar no som de Placebo, enquanto Brian dá a essencia espiritual de cada letra. O conjunto dos talentos dá ao Placebo a áurea contingente do sucesso entre um grupo seleto de fãs.

Sobre Josi Vice

Moro em Recife, Pernambuco, onde nasci a 11 de outubro de 1985. Sou latino americano pós- moderno, poeta, cínico, dark, emocional e cerebral, um caranguejo com cerébro pós- Chico, um Nietzscheano sem Nietzsche, com delírios de poeta intelectualóide. Escrevo poesia desde os 15 anos. Sou fissurado em Hentai, Slipknot e Rock´n´Roll e em Literatura, Pop ou qualquer música de boa qualidade. Também adoro navegar pela net e pesquisar na web. Amo ler revistas e artigos, principalmente se for de culura. Esse cara sou eu. Nome real: Josafá César da Silva, mas prefiro Josi Vice ou Joker Vice ou César Vice. Signo: Libra Bandas e cantores preferidos: Slipknot, Beatles, Sex Pistols, Marilyn Manson, Cazuza, Legião Urbna, Elvis Presley, Silver Chair, Echo & The Bunnymen, The Cult, Southern Death Cult, Depeche Mode Poetas Preferidos: Fernando Pessoa, Camões, Marcos Henrique, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Álvares de Azevedo, Augusto dos Anjos, Allen Ginsberg Escritores favoritos: Nietzche, Machado de Assis, Paulo Coelho, Clarah Averbuck, Franz Kafka, Clarice Lispector e John Fante
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Uma resposta para Placebo

  1. isabela disse:

    i love you placebo 4 ever

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