David Bowie

David Bowie, nome artístico de David Robert Haywood-Jones (Brixton, Londres, 8 de janeiro de 1947) é um músico e ator britânico, conhecido pelo seu trabalho musical nos anos 70 e 80 e por sua influência no mundo da música, especificamente no rock. David Bowie já vendeu mais de 136 milhões de álbuns no mundo inteiro.[carece de fontes?]

É conhecido também pela atuação em filmes como O homem que caiu na Terra (1975), Fome de Viver (The Hunger), Furyo – Em Nome da Honra (Merry Christmas Mr. Lawrence) e Labirinto – A Magia do Tempo (1986).

É casado com a modelo somali Iman Abdulmajid desde 1992. Tem dois filhos: Alexandria Zhara, nascida em 2000 e Duncan Zowie Haywood Jones (nascido em 1971, fruto de seu casamento com Angela Bowie), além de uma enteada, Zulekha Haywood (nascida em 1979), filha do primeiro casamento de Iman.

Seu verdadeiro nome é David Robert Jones, mas trocou o sobrenome devido ao seu homônimo no então famoso grupo estadunidense The Monkees. No início da carreira, ainda participou de grupos usando o verdadeiro nome, como Davie Jones and the King Bees (1964) e Davy Jones and The Lower Third (1965), chegando a gravar compactos sem maiores repercussões. Uma das teorias para o nome artístico conta que Bowie foi escolhido por ser o nome da fabricante da faca que se supõe ter cegado seu olho esquerdo ainda na adolescência em uma briga com um colega de escola, George Underwood. No entanto, a hipótese mais plausível para a paralisação da pupila esquerda é a de que, nessa briga, ocasionada pela disputa por uma namorada, Underwood teria acertado um soco no olho esquerdo de Bowie.

Começou a carreira solo (como cantor folk) em 1966, compondo, cantando e tocando. Em 1968, a canção “Space oddity” ficou entre as cinco primeiras da Inglaterra. Mas o sucesso internacional viria apenas com o álbum The rise and fall of Ziggy Stardust and the spiders from Mars, no qual foi acompanhado por Mick Ronson (guitarra), Trevor Bolder (baixo) e Woody Woodmansey (bateria). É nessa época que começariam as apresentações exuberantes, performáticas, com riqueza de figurino e maquiagem.

David Bowie ficou alguns anos fora dos palcos, mas em 1974 supreendeu a crítica com um afastamento do rock e uma tendência para o rhythm and blues e o soul. Já no álbum de 1977, ficou evidente a preocupação excessiva com o colapso da civilização. Depois de um tempo, alcançaria o sucesso outra vez em 1983, com Let’s dance, um álbum voltado ao pop, emplacando sucessos como Modern love e China girl e Blue Jean, entre outros.

Bowie fez produção de discos, trabalhou no filme O homem que caiu na Terra, de Nicolas Roeg, participou de vídeos e estrelou O Homem Elefante na montagem da Broadway, isto para citar algumas de suas atividades extramusicais. Em filmes, participou de Fome de viver (The hunger), com Catherine Deneuve, Apenas um gigolô (Just a gigolo) e Labirinto – A Magia do Tempo (Labyrinth), com Jennifer Connelly. Fez trilhas sonoras para os filmes Absolute beginners (no qual também atua), Labirinto e Eu, Christiane F., 13 anos, drogada e prostituída.

Bowie também fez a trilha musical para o jogo Omikron:The Nomad Soul, da empresa de jogos Eidos, e aparece no jogo como o personagem Boz, líder de uma banda de rock.

David Robert Jones nasceu em Brixton, Londres, filho de mãe irlandesa. Seus pais se casaram pouco depois de ele nascer e quando ele tinha seis anos de idade a família se mudou para Bromley, em Kent, onde o pequeno David passou a frequentar a Bromley Technical High School

Quando ele tinha quinze anos de idade, se meteu em uma briga com George Underwood. Há várias versões sobre o incidente; alguns falam em anel, outros em faca, outros em um simples soco; o importante é que como resultado da briga Bowie teve que ficar oito meses fora da escola, para que os médicos pudessem fazer operações para recuperar o olho esquerdo, potenciamente cego. O dano não foi completamente corrigido, deixando a pupila esquerda sempre dilatada. Assim, Bowie não tem muita percepção de profundidade, e vê tudo em um tom meio amarronzado.

O garoto Bowie começou a se interessar por música aos nove anos, quando seu pai levou para casa uma coleção de LPs que incluia Fats Domino,Chuck Berry e Little Richard. Seu irmão mais velho o apresentou ao jazz moderno, e no Natal de 1959 sua mãe o presenteou com um saxofone.

Em 1962, David formou sua primeira banda: The Konrads. Depois disso, tocou em várias bandas de blues, como The King Bees, The Manish Boys, The Lower Third e The Riot Squad. Sua primeira gravação foi o single Liza Jane, em conjunto com os King Bees. Foi aqui que conheceu o então grande amigo e companheiro, Boy George, com quem manteve relações durante décadas.

Foi nos anos 60 que David Robert Jones se transformou em David Bowie. No começo da década, ele se apresentava como “Davie Jones”, ou “Davy Jones”, criando assim uma confusão entre ele e o então famoso Davy Jones dos Monkees. Em 1966, então, ele escolheu Bowie como seu sobrenome artístico, em homenagem à Jim Bowie e sua famosa faca Bowie.

Seu primeiro álbum foi lançado em 1967, pela Decca Records offshoot Deram. Era um álbum chamado simplesmente David Bowie, e misturava sonoridades pop e psicodélicas. Neste mesmo ano Bowie também lançou o single The Laughing Gnome, com o mesmo insucesso. Seguiu-se então um período de dois anos sem nenhuma gravação.

Influenciado pelo teatro, David frequentou as aulas de Lindsay Kemp, que misturavam teatro avant-garde e Commedia dell’arte. Essas aulas influenciaram-o a criar os personagens de suas fases posteriores.

Ziggy Stardust (1969-73)

Os primeiros passos de Bowie em direção a fama foram dados em 1969, com o single Space Oddity. A música, composta um ano antes mas lançada apenas em 69 para coincidir com a data do pouso na lua, conta a história de um astronauta que se perde no espaço e alcançou o Top 5 na Inglaterra.

O terceiro disco de Bowie foi lançado em 1970. Em “The Man Who Sold the World” ele se entrega totalmente as guitarras, em uma influência clara de Mick Ronson, que viria a ser seu parceiro inseparável. A capa original do LP trazia o cantor usando um vestido, em uma prévia do que viria a ser seu inconfundível estilo andrógino.

Em Hunky Dory (1971), Bowie explora temas mais sérios e autobiográficos, com muitas referências a seus ídolos. Junto com o single Changes, o álbum não foi um grande hit, mas deu o impulso inicial para o vôo de Bowie em direção ao topo das paradas de sucesso.

A androginia, grande marco de Bowie, explodiu no disco conceitual The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars. A história de um alienígina rock star que aterrissa em um mundo predestinado a acabar em cinco anos deu origem ao mais famoso personagem de David Bowie, e é o berço de muitos clássicos do rock.

A primeira turnê mundial de David Bowie, em 1972, foi baseada no personagem de Ziggy. Em uma performance cheia de maquiagem, luzes e roupas exuberantes, ele encarnava o personagem perturbado de suas canções. Com a ajuda de suas “Spiders from Mars” (Ronson na guitarra, Trevor Bolder no baixo e Mick Woodmansey na bateria) o álbum alcançou o topo das paradas, e transformou Bowie em uma estrela.

As aranhas foram convocadas de novo na gravação de Aladdin Sane, lançado em abril de 1973. Segundo Bowie, todas as músicas deste álbum foram compostas na estrada, enquanto ele estava fazendo a turnê de Ziggy Stardust. A capa, que trazia Bowie sem camisa, com o cabelo vermelho a là Ziggy e um raio azul, vermelho e preto desenhado no rosto, foi rotulada como uma das mais emblemáticas do mundo do rock.

A partir daí, as performances de Bowie foram ficando cada vez mais teatrais. Incluindo faixas de Aladdin Sane e The Rise and Fall, elas traziam um alienígena que simulava sexo oral com a guitarra de uma Spider From Mars. Durante esta turnê, Bowie dava entrevistas como se fosse o próprio Ziggy, até que em um show no London’s Hammersmith Odeon, do dia 3 de julho de 1973, ele anunciou: “De todos os shows desta turnê, esta ficará marcada em nós com mais força, pois não é só o último show desta turnê, mas também como o último show que eu farei. Obrigado.”

Assim, Bowie rompeu com as Spiders From Mars e Ziggy Stardust, e continuou sua carreira. Em outubro de 73 ele lança PinUps, uma coleção de covers de seus hits favoritos dos anos 60.

O Soul (1974-76)

Em 1974, Bowie lança o ambicioso Diamond Dogs, resultado de uma frustrada tentativa de obter a licença para fazer um álbum baseado no livro 1984, de George Orwell. É possível ver a segunda das muitas mudanças de estilo pelas quais ele iria passar: neste álbum, Bowie se afasta do glam-rock e flerta com o soul.

Para seguir o lançamento do álbum ele sai em uma turnê nos EUA, que dura de Junho a Dezembro de 1974. Alan Yentob fez o documentário Cracked Actor baseado nos shows, dando mais pilha aos rumores de que Bowie estaria abusando da cocaína. Em um comentário sobre o LP ao vivo lançado nesta época, o músico diz: “O disco deveria se chamar David Bowie está vivo e bem, e vivendo só na teoria”, em uma provavel referência a seu perturbado estado psicológico no período.

Para os fãs de Ziggy Stardust, o soul funkeado de Bowie era como uma traição, uma caída indesculpável para o pop. Em 1975, ele lança Young Americans e ratifica sua mudança, mostrando sua “alma plástica”.

Station to Station (1976) mostrou um lado mais escuro desta nova alma, chamada de “The Thin White Duke“. Visualmente, o personagem era uma extensão de Thomas Jerome Newton, seu personagem em O homem que caiu na Terra. Nesta época, Bowie tinha se tornado extremamente dependente de cocaína, e muitas críticas atribuiam o ritmo acelerado e o ataque emocional das letras à droga (que Bowie se orgulhava de “ter introduzido na América”); durante este ano, ele teve várias overdoses, perdeu peso visivelmente e sofreu ataques de megalomania.

No meio de tudo isso, ainda havia uma turnê mundial para ser feita. Esta foi um sucesso, apesar de a mídia acusar Bowie de apoiar o facismo, em uma má interpretação de sua mensagem essencialmente antifacista.

A era de Berlim (1976 – 1980)

O interesse pelo cenário musical alemão e o vício em drogas fizeram Bowie se mudar para Berlim junto com o seu amigo Iggy Pop. Os dois dividiam um apartamento em Schöneberg e a esperança de reconstruir a vida e carreira. Iggy compôs seus dois primeiros álbuns-solo tendo Bowie como co-escritor e músico de apoio, mantendo-o para uma turnê (março-abril de 1977) pelo Reino Unido, Europa e Estados Unidos .

A sonoridade de Station to Station foi reaproveitada e amadurecida em Low, o primeiro dos três álbuns que ficaram conhecidos como “A trilogia de Berlim”. Na época em que o álbum foi lançado, o co-produtor Tony Visconti disse: “Bowie queria fazer um álbum com músicas descompromissadas, que refletissem o modo como ele se sentia. Ele não ligava em atingir ou não o topo das paradas, e Low seria tão extraordinário que poderia até nunca chegar a ser lançado.”

De um modo ou de outro, o álbum foi lançado em 1977 e a faixa Sound and Vision atingiu o número 3 nas paradas de sucesso. Com músicas relativamente simples, repetitivas, sem enfeites e o lado B quase inteiramente instrumental, Low foi uma reação perversa ao punk rock, e é considerado hoje um álbum muito a frente de seu tempo.

O próximo disco, Heroes, era uma versão um pouco mais acessível de Low. Em conjunto, os dois traziam para o público o sentimento da Guerra Fria, simbolizado pela cidade dividida que os inspirou. A música de Bowie que mais gerou covers foi justamente a canção-título deste álbum, contando a história de dois amantes que se conhecem no Muro de Berlim. Em 1978, a trupe toda embarcou em uma turnê mundial, que incluia músicas dos dois úlimos álbuns. Neste mesmo ano o compositor minimalista Phillip Glass transformou algumas músicas da turnê em sinfonias.

Lançado em 1979, Lodger foi o último álbum da chamada Trilogia de Berlim, ou “triptych”, como o próprio Bowie a chama. Ele continhia os singles “Boys Keep Swinging”, “DJ” e “Look Back in Anger” e, o contrário os últimos dois LPs, não continha faixas instrumentais. O estilo tendeu para uma mistura de New Wave com World Music, graças as músicas compostas de modos não tradicionais para Bowie (como troca de instrumentos e acordes de antigas composições).

Scary Monsters, seu próximo trabalho, revia o personagem do Major Tom de Space Oddity em um álbum com uma face hard-rock, que incluia contribuições de King Crimson, Robert Fripp e Pete Townshend. Para obter as imagens usadas no videoclip Bowie foi ao conhecido reduto da tribo New Romantic para recrutar personagens como Steve Strange, da banda Visage. Assim, mais uma vez Bowie alcançou o mérito de ter feito uma das mais inovadoras coisas de todos os tempos.

Apesar de ultilizar princípios aprendidos na Era de Berlim, Scary Monsters era considerado pelos críticos um álbum mais direto, refletindo assim a transformação que Bowie passou durante seu período na Alemanha. Nessa época ele já havia se recuperado do vício em drogas da fase “Thin White Duke”, e havia mudado totalmente o seu conceito de como música deveria ser composta.

O PopStar (1980 – 1989)

Em 1981 o Queen lançou Under Pressure em co-autoria com Bowie; a música virou um hit e atingiu o topo das paradas britânicas. No mesmo ano ele compôs a trilha sonora e apareceu como participação especial no filme Eu, Cristiane F, 13 anos, drogada e prostituída, que contava a história real de uma menina de 13 anos viciada em heroína. Ainda neste ano, Bowie participou da adaptação da BBC do filme de Bertolt Brechet Play Baal.

Em abril de 1982,é lançado Cat People (Putting Out Fire), com Giorgio Moroder. Mas o primeiro verdadeiro blockbuster de Bowie foi lançado em 1983. Let’s Dance é um álbum pop, e também uma ação de filantropia: Bowie contratou vários músicos em dificuldades financeira para ajudá-los. Mas, neste caso, o velho ditado funcionou. A turnê The Serious Moonlight rendeu à Bowie um milhão de dólares em apenas uma performance no US Festival.

O próximo disco era para ser um álbum ao vivo da Serious Moonlight Tour, mas a gravadora exigiu um álbum em estúdio. Assim Bowie compôs Tonight, lançado em 1984. Com a mesma pegada dance de seu antecessor, participações de Tina Turner e Iggy Pop e vários covers, o álbum foi considerado pela crítica como uma tentativa preguiçosa de continuar na crista do sucesso obtido com Let’s Dance. Apesar disso, o curta-metragem Jazzin’ for Blue Jean, baseado a música homônima, ganhou o Grammy deste ano, mostrando que a criatividade de Bowie não havia se esgotado.

Em 1985, o músico tocou vários de seus hits em Wembley, no Live Aid. Sua performance de Dancing In the Streets junto com Mick Jagger logo se tornou a #1 das paradas.

No ano seguinte, Bowie investe em peso na sua carreira de ator e compositor de musicais. No mesmo ano, ele atua em Absotute Beginers e em Labyrinth.

O último álbum solo de Bowie dos anos 80 foi lançado em 1987. Never Let Me Down destrói o som leve dos dois últimos álbuns, subistituindo-o por hard rock com uma pegada de techno dance. Apesar de ter sido um sucesso de vendas, este é considerado um dos piores álbuns do cantor. A turnê – chamada de The Glass Spider Tour – foi considerada extremamente comercial, misturando dança, efeitos especiais, diálogos entre as músicas e antigos hits, criando um efeito teatral demais.

Em agosto de 1988, Bowie fez o papel de Pôncio Pilatos no filme de Martin Scorsese A última tentação de Cristo

Tin Machine (1989 – 1991)

Pela primeira vez desde os anos 70, Bowie resolveu formar uma banda regular. Em 1989 foi fundada e Tin Machine, um quarteto de hard rock composto por Bowie, Reeves Gabrels,Tony Sales e Hunt Sales.O álbum homonimo foi um sucesso, porém Bowie logo se decepcionou com a parceria: Tin Machine II foi mal-sucedido, e Tin Machine Live foi um completo fracasso.

Assim, Bowie rompe com a banda e entra nos anos 90 em carreira-solo, fazendo uma turnê mundial aonde ele tocou seus maiores hits. A Sound + Vision Tour foi concebida pelo coreógrafo da companhia de dança La La Human Steps Edouard Lock e, após concluí-la, o cantor decretou que nunca mais iria interpretar seus antigos sucessos.

Eletrônica (1992 – 1999)

O Bowie Neoclassicista (1999 – presente)

Bowie como ator

O primeiro grande papel de Bowie, em O homem que caiu na Terra, foi muito aclamado. Na década de 1960 fez aparições em filmes de vanguarda, principalmente em papéis secundários. Desde então, sua carreira foi bastante esporádica. O filme Furyo, em nome da honra (Merry Christmas, Mr. Lawrence), de Nagisa Oshima, baseado na novela de Laurens van der Post, foi lançado em 1983. Bowie interpretou o major Jack Celliers, um prisioneiro de guerra em um acampamento japonês. Outro músico famoso, Ryuichi Sakamoto, interpretou o comandante do acampamento. No mesmo ano interpretou um vampiro em The Hunger. Bowie também fez o papel de Pôncio Pilatos em A última tentação de Cristo (The last temptation of Christ), de Martin Scorsese e atuou em Zoolander (2001) ao lado de Ben Stiller

Furyo impressionou alguns críticos, mas o projeto seguinte, o musical de rock Absolute beginners (1986), decepcionou tanto a crítica quanto o público. No mesmo ano atuou em Labirinto, a magia do tempo, interpretando Jareth, o Rei dos Duendes.

Sua última atuação foi interpretando Nikola Tesla em O grande truque (The prestige), de 2006. Em 2007 cedeu sua voz para o personagem Maltazar na animação Arthur e os Minimoys (Arthur and the Mininoys / Arthur et les Minimoys). Seu próximo filme é ‘August’ onde atua ao lado do ator Josh Hartnet ainda sem data de estréia.

Curiosidades

O guitarrista Slash ex-Guns and Roses em sua recente autobiografia afirma que sua mãe foi amante de David Bowie.

Discografia

  1. David Bowie (1966)
  2. Space Oddity (1969, UK #17, US #16)
  3. The Man Who Sold the World (1970, UK #26)
  4. Hunky Dory (1971, UK #3, US #93)
  5. The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars (1972, UK #5, US #75)
  6. Aladdin Sane (1973, UK #1, US #17)
  7. Pin Ups (1973, UK #1, US #23)
  8. Diamond Dogs (1974, UK #1, US #5)
  9. Young Americans (1975, UK #2, US #9)
  10. Station to Station (1976, UK #5, US #3)
  11. Low (1977, UK #2, US #11)
  12. “Heroes” (1977, UK #3, US #35)
  13. Lodger (1979, UK #4, US #20)
  14. Scary Monsters (and Super Creeps) (1980, UK #1, US #12)
  15. Let’s Dance (1983, UK #1, US #4)
  16. Tonight (1984, UK #1, US #11)
  17. Labyrinth (soundtrack) (1983, UK #1, US #4)
  18. Never Let Me Down (1987, UK #6, US #34)
  19. Tin Machine (with Tin Machine) (1989, UK #3, US #28)
  20. Tin Machine II (with Tin Machine) (1991, UK #23, US #126)
  21. Black Tie White Noise (1993, UK #1, US #39)
  22. The Buddha of Suburbia (1993, UK #87)
  23. Outside (1995, UK #8, US #21)
  24. Earthling (1997, UK #6, US #39)
  25. ‘hours…’ (1999, UK #5, US #47)
  26. Heathen (2002, UK #5, US #14)
  27. Reality (2003, UK #3, US #29)

Sobre Josi Vice

Moro em Recife, Pernambuco, onde nasci a 11 de outubro de 1985. Sou latino americano pós- moderno, poeta, cínico, dark, emocional e cerebral, um caranguejo com cerébro pós- Chico, um Nietzscheano sem Nietzsche, com delírios de poeta intelectualóide. Escrevo poesia desde os 15 anos. Sou fissurado em Hentai, Slipknot e Rock´n´Roll e em Literatura, Pop ou qualquer música de boa qualidade. Também adoro navegar pela net e pesquisar na web. Amo ler revistas e artigos, principalmente se for de culura. Esse cara sou eu. Nome real: Josafá César da Silva, mas prefiro Josi Vice ou Joker Vice ou César Vice. Signo: Libra Bandas e cantores preferidos: Slipknot, Beatles, Sex Pistols, Marilyn Manson, Cazuza, Legião Urbna, Elvis Presley, Silver Chair, Echo & The Bunnymen, The Cult, Southern Death Cult, Depeche Mode Poetas Preferidos: Fernando Pessoa, Camões, Marcos Henrique, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Álvares de Azevedo, Augusto dos Anjos, Allen Ginsberg Escritores favoritos: Nietzche, Machado de Assis, Paulo Coelho, Clarah Averbuck, Franz Kafka, Clarice Lispector e John Fante
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2 respostas para David Bowie

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